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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Análise Deadly #14



Talvez pelo fato de ter sido o primeiro livro que nós lemos sem saber tudo que acontecia, elegemos Deadly como o melhor volume da saga. A única coisa que a gente sabia antes de ler, era que Nick era o cúmplice de Ali e o namorado que ela teve na Preserve.

Deadly é diferente dos livros anteriores. A narrativa é uma montanha russa de reviravoltas atordoantes e confirmações impactantes com um final chocante. Usamos a palavra confirmação porquê as respostas de Deadly confirmaram nossas suspeitas. Para explicar a origem de nossas suspeitas, vamos deixar os links dos posts para que a análise não fique repetitiva.

Antes de comentarmos os acontecimentos, vamos recapitular a evolução da história. No hospital, as meninas conhecem o oficial Gates, que as interroga sobre Noel. Hanna é avisada sobre o velório de Graham. Aria consegue uma bolsa para estudar artes na Holanda. Emily é surpreendida com a visita de Carolyn, que voltou para se desculpar e compensar a maneira como tratou Em durante a gravidez. Spencer se entende com Chase. No dia do funeral de Graham, Aria vai fazer a entrevista para a bolsa, Spencer fica em sua casa e Emily e Hanna estão na igreja para o velório. Ao mesmo tempo, as quatro são surpreendidas por agentes do FBI, que comunicam que elas devem ir à delegacia para esclarecer algumas denúncias. Spencer é acusada de incriminar uma pessoa por porte de drogas; Hanna, de causar um acidente e fugir sem prestar socorro; Emily, de ser cúmplice de uma procurada pela polícia e Aria, de invasão e roubo. Na delegacia, as meninas são interrogadas por Fuji, que dá um sermão nelas, criticando o rumo que elas estão dando para suas vidas. Sem saída, elas decidem contar tudo que aconteceu desde a Jamaica, com a condição de que as queixas contra elas sejam retiradas. Fuji fica chocada com as revelações e sentencia que vai acabar com aquela palhaçada. As famílias de todas elas ficam super preocupadas e dão todo o apoio do mundo para as meninas. O mar de rosas dura até a polícia receber um vídeo, de remetente anônimo, que mostra as meninas espancando Tabitha até a morte. Em meio as reviravoltas, um boato se espalha por Rosewood: as meninas estão planejando um suicídio coletivo.

O prólogo de Deadly confirma que Ali está viva, que ela teve ajuda de seu cúmplice em Poconos e que ela é -A. O prólogo e o epílogo são as partes que merecem mais atenção; por isso, a análise dessas partes vai encerrar o post.

A primeira confirmação de Deadly é que Ali está viva. Ela sobreviveu ao incêndio em Poconos. A gente sempre soube que Emily deixou a porta da cabana aberta, mas a confirmação de que Ali realmente saiu pela porta só foi feita em voz alta em Deadly. A partir do #9, começamos a desconfiar que Ali ainda era -A e que ela não agia sozinha. Suspeitas que se converteram em certezas em Ali´s PLL e Crushed #13. (Resenha Traiçoeiras #9/ Resenha Ali´s PLL e Análise Crushed)

O primeiro capítulo confirma que Noel não era o cúmplice de Ali, além de explicar alguns acontecimentos de Crushed que fizeram dele suspeito (Análise Crushed). Noel revelou que sempre soube das gêmeas e visitou Ali na Preserve, onde conheceu Tabitha e Iris. Noel afirmou que deixou de amar Ali quando começou a namorar Aria e que passou a odiá-la - Ali - depois de Poconos. O recadinho que Aria viu escrito no ingresso de cinema realmente foi escrito por Ali. Sobre os e-mails que trocou com Fuji, Noel negou ter falado qualquer coisa sobre "alguém estar enganando Fuji" e outras coisas que Aria leu e levantaram suspeitas contra ele. Noel falou que não ficou com Ali enquanto ela estava internada, nunca conheceu nenhum amigo dela, muito menos um namorado. Sobre o ataque no cemitério, Noel ouviu uma voz masculina e uma feminina, que ele negou ser de Ali. Das suspeitas de Crushed, a única que não foi esclarecida foi o que Noel estava fazendo na Bill Beach quando Hanna o viu. Os e-mails que ele trocou com Fuji, pelo que entendemos, foram hackeados por -A.

Na análise de Crushed, comentamos que Noel deveria morrer para a história continuar se superando. Nós ficamos tão empolgados com Crushed que torcemos para Noel ter um fim trágico em Deadly; o que não aconteceu e não fez diferença. Deadly não teria espaço para a morte de Noel.

É no segundo capítulo que Deadly começa. Após Noel fazer suas confissões, as meninas voltam para a estaca zero. Noel confirmou o que elas desconfiavam, que Ali tinha um cúmplice, mas não confirmou que ela estava com esse cúmplice no almoxarifado. Segundo ele, a segunda voz não era de Ali. Após Aria conversar com Noel, as meninas se despedem e Spencer é surpreendida por Chase, que continua na nossa lista de suspeitos.

Chase é estranho. Ele apareceu em Crushed, cheio de boas intenções e histórias mal contadas, e terminou Deadly sem dizer a que veio (Análise Crushed). 

Em Crushed, Spencer conhece Chase através de um blog que ele escreve sobre teorias da conspiração. Chase acredita que Alison está viva e se propõe a ajudar Spencer a encontrá-la. Chase diz que faz suas teorias com a ajuda de pessoas que lhe enviam material que servem como evidências. Um desses materiais é um vídeo em que Ali aparece, na companhia de um rapaz, entrando em uma casa. Chase procura Spencer para levá-la até a tal casa. Spencer e Chase pesquisaram sobre os imóveis da região e descobriram que a casa de Ali fazia parte de um conjunto de imóveis que estavam para alugar desde que foi construído. A casa vizinha da de Ali foi comprada há dois anos, na mesma época em que Ian foi acusado de assiná-la. A casa estava no nome de Joseph e Harriet Maxwell.

Spencer e Chase não tem dúvidas de que a casa que aparece nas imagens é a mesma em que eles estão. A casa está abandonada, cheia de jornais espalhados pela varanda, sem cortinas nas janelas e a porta foi pintada de vermelho. Enquanto observam a casa, um velho os surpreende e diz que nunca ninguém morou lá. Spencer tem a impressão de ver um vulto no meio das árvores e desconfia que aquele vídeo foi uma armação de Ali, chamando Chase para ir embora.

Spencer começa a gostar de Chase e esconde dele a mensagem de -A que o ameaçava. Em Crushed, Chase justificou seu interesse em ajudar Spencer revelando que era apaixonado por ela desde a primeira vez que a viu nos jornais. Ele jamais imaginou que fosse conhecer Spencer pessoalmente. Em Deadly, Chase tem tudo que Spencer gosta em um menino: ele escreve poesias, tem uma família grande e super unida e ama ópera, além de não medir consequências para ajudar Spencer a encontrar Ali.

Quando o sr. P. recebe as fotos de Spencer vandalizando a casa do quarto do pânico, ela se oferece para limpar a bagunça. E quem insiste para ajudar na faxina? Chase. Ao chegarem na casa, Spencer se assusta ao ver Gates e pergunta o que ele está fazendo. Gates responde que estava procurando pistas e diz que não achou nada relevante. Assim que Gates vai embora, Chase vê a chave de um carro jogada no meio da cozinha, brilhando para quem quisesse ver. Só Gates que não viu. A chave é de um Acura, o mesmo carro que atingiu Hanna e Madison na estrada.

Hanna teme arruinar a candidatura de Tom e resolve contar sobre Madison, após receber umas fotos de -A da batida. Tom sugere que Hanna a procure e ela concorda. Madison conta para Hanna que ela conseguiu umas imagens da estrada, mas não foi possível descobrir quem estava dirigindo o carro porquê a placa estava adulterada. A única descoberta foi que o carro era um Acura. Madison comenta do barman do Cabana e mostra uma foto dele para Hanna. O barman chamava Jackson.

Antes de surgir o vídeo da Jamaica, Chase se mostra um tanto quanto insistente, perguntando para Spencer se ela recebeu mais alguma coisa, como se ele soubesse que ela tinha recebida. Mas Spencer não conta. Depois que o vídeo é divulgado, Chase se revolta contra Spencer e se recusa a ajudá-la, batendo a porta na cara dela. Chase também apresenta um amigo para Spencer, chamado Nico, o extravagante dono de um café. Chase fala que conheceu Nico durante uma investigação para seu blog, sem mencionar qual era a investigação. 

Fuji pediu para as meninas encaminharem para ela tudo relacionado a -A. O recebimento do vídeo da Jamaica coincide com o resultado das investigações de Fuji, que mostraram que as mensagens que elas receberam foram enviadas de seus próprios celulares e todas as digitais encontradas eram delas. Crente de que elas são as assassinas de Tabitha e que inventaram a história de -A para desviar a atenção do crime, Fuji anuncia que elas serão extraditadas para a Jamaica dentro de um mês, onde serão julgadas. O vídeo dá inicio à parte dramática do livro, que atinge o ápice com a tentativa de suicídio de Emily, e à situações inesperadas. Hanna é abominada por Tom; Spencer é expulsa da UP e Hanna e Emily também são expulsas das faculdades que iam cursar. Aria termina com Noel e perdeu a bolsa quando a polícia baixou na faculdade de artes durante a entrevista. Jordan é presa no Caribe. Elas ficam desesperadas porquê simplesmente não tem mais o que fazer; até Emily receber uma mensagem de voz com Ali gargalhando em meio aos gritos de uma multidão.

O comportamento de Mike em meio a todo esse drama merece atenção. Depois que Aria conversa com Noel no hospital, Mike e Hanna voltam juntos para casa. No caminho, Kelly liga para Hanna avisando que a Bill Beach vai ficar fechada durante uma semana e sobre o funeral de Graham. Mike ouve a conversa e desabafa que está do saco cheio do comportamento estranho de Hanna, que acaba contando tudo sobre -A. Mike promete ajudar Hanna a encontrar Ali, sentenciando que não tem medo dela. Mike procura Aria para conversar e condena Noel, falando que ele é um traidor. Mike passa o livro todo super preocupado com Hanna e Aria; ele até convence Aria a conversar com um advogado charlatão porquê é importante ter uma segunda opinião. Segundo Mike, foi o advogado que ligou na casa de Ella se oferecendo para defender Aria. Um dia, Mike liga para Hanna e conta que passou em frente a Bill Beach e viu que a clínica estava rodeada por carros da polícia. No dia em que Hanna gravou o vídeo para a campanha de Tom, durante toda a manhã, ela telefonou e mandou mensagens para Mike, que não deu sinal de vida. Depois que Hanna conversou com Madison, ela recebeu uma mensagem de Mike, falando que não respondeu porquê teve um dia cheio. Mike se mantem ao lado de Hanna e Aria, repetindo que tem certeza que elas são inocentes. Mike justifica seu apoio falando que Hanna é sua namorada e Aria, sua irmã; pessoas que ele ama e deve proteger. Inclusive, após Hanna contar para Mike sobre -A, eles tem a primeira vez. Assim como Chase e Noel, Mike faz o que faz por amor. Destacamos o comportamento de Mike porquê faz a linha excesso de bondade, mesma linha responsável pelas suspeitas contra Chase e Noel. Apesar de Mike ter condenado Noel, ele não foi tirar satisfação com ele, além de não justificar porquê foi na Bill Beach. Talvez Mike passou na clínica para tentar saber a que pé andava a investigação sobre a morte de Kyla. Não temos como relacionar Mike com Ali porquê os dois nunca apareceram juntos nos livros e não temos passagens para acusá-lo. Mas precisamos deixar registrado seu comportamento suspeito em Deadly.

Um dia antes de irem para a Jamaica, Hanna reconhece o que a multidão gritava atrás de Ali e elas descobrem que a mensagem foi gravada próxima do escritório de Tom. Sem nada a perder, elas se reúnem de madrugada perto do escritório e encontram um celeiro abandonado. Elas entram no celeiro e são surpreendidas por Nick e Alison, no momento mais chocante da história. Elegemos a aparição de Ali como o momento mais chocante porquê jamais esperávamos que ela fosse aparecer em Deadly.

Quando Emily recebeu a mensagem de voz, as meninas se perguntaram se Ali deixou aquela mensagem sem querer ou de propósito. Claro que foi de propósito. Ali sabia que as meninas iriam atrás dela, por isso gravou a risada com a multidão ao fundo, para que elas soubessem onde encontrá-la.

Antes de Ali aparecer, Nick é confirmado como o cúmplice. Desde Ali´s PLL a gente falava que Nick e Tripp eram a mesma pessoa (Ali´s PLL - Nick) e, nesse post, comentamos que, para -A saber de tudo, -A precisava estar em tudo. -A não só esteve em tudo, como participou de tudo. Nick também é Jackson, Phineas, Derrick e Olaf.

A revelação de Nick é rápida. As meninas descobrem juntas quando ele as surpreende no celeiro. Nick estava com a mesma aparência de Jackson, o barman que entupiu Madison de bebida. Hanna foi a primeira a reconhecê-lo, seguida de Emily, Spencer e Aria. Nick falou que seu nome verdadeiro é Nick mesmo, mas que seus amigos o conhecem como Tripp Maxwell. Emily foi a que mais se chocou com a descoberta porquê ela ficou muito amiga de Derrick. Nick assume que se passou por quatro pessoas diferentes e que apenas criou as situações para que elas fizessem as burradas. O N de Graham era de Nick.

Depois que Nick se revela, Ali aparece. Embora esteja toda estrupiada, Ali é Ali. E ela é fabulosa. Mais diabólica do que nunca, Ali tentou por em prática seu plano mais insano, que faz Poconos parecer coisa de amador. Ali e Nick preparam uma mistura de gazes tóxicos para as meninas morrerem envenenadas. Aproveitando a onda dos boatos do pacto de suicídio, Ali construiu um santuário em sua homenagem para que a polícia concluísse que as meninas se mataram por estarem obcecadas por ela. Ela decorou as quatro paredes do minúsculo quarto com milhares de fotos dela, das meninas com Courtney e recortes de jornais em que elas foram destaque. Dentro do quarto, enquanto as meninas começam perder a consciência, Ali e Nick confirmam tudo que fizeram. -A sabia de tudo porquê participou de tudo. Nick, como Phineas, iniciou Spencer no EA; como Derrick, apresentou Emily para Gayle; como Jackson, embebedou Madison e, como Olaf, concordou em roubar o quadro com Aria. Nick explodiu o navio, roubou o dinheiro que Emily devolveu para Gayle, matou Tabitha, Gayle, Graham e Kyla. Após Nick confirmar todas essas coisas, Emily lembra do incêndio no celeiro de Spencer, da morte de Ian e Jenna e de Poconos, concluindo que, provavelmente, foi Nick quem ajudou Ali a incendiar a cabana e escapar. Nick e Ali não respondem quando Emily pergunta de Iris e não revelam que Nick estava com Ali no quintal na noite em que Courtney morreu.


Sobre o vídeo em que as meninas matam Tabitha. O vídeo recebido pela polícia foi enviado por um remetente anônimo e dizia ser da vigilância de um resort vizinho do Cliffs. Como as meninas sabem que elas não fizeram aquilo, pela primeira vez nos livros, elas cogitam a possibilidade de existir um Team -A - não um -ATeam. Nós também desconfiamos que Ali não tem apenas a ajuda de Nick. Tabitha e Iris agiram a mando de Ali. Não que elas, e outras pessoas, são -A o tempo todo. Acreditamos que Ali recruta algumas pessoas apenas para fazerem determinados serviços. Após a prisão de Nick, Fuji fala que ele tinha vários amigos e que esses amigos o ajudaram nos crimes.

Quanto as situações inesperadas que mencionamos no começo do post. Pela primeira vez, Isabel se volta contra Hanna. Ashley, que nem lembramos quando foi a última vez que ela apareceu, super apóia Hanna e, pela primeira vez, ela e Kate se encontram. Hanna e Kate não eram mais inimigas, mas também não eram amigas. Kate se solidariza com Hanna, a ponto de gritar com Isabel. Carolyn volta a aparecer, assim como Beth.  Jake, o único irmão de Emily, é apenas citado, sem participar de nada. Melissa e Spencer selaram a paz em Poconos, mas pouco se encontraram depois. Melissa volta super sensiblizada com o drama de Spencer, dando demonstrações de amizade tão incomuns que nos faz desconfiar de suas intenções; ela convence Wilden a ajudar as meninas e se desespera com a tentativa de suicídio de Emily. O sr. Hastings volta a aparecer, dessa vez como advogado das meninas. E adoramos rever Madison!

Deadly encerra os mistérios que tumultuaram a história do #9 ao #13. Nick está preso. Ali conseguiu escapar e se escondeu em uma casa secreta, que só ela sabia da existência, e Iris diz ter sido vítima de Nick. Deixamos o prólogo e o epílogo para o final porquê ficamos com a impressão de que Nick não é o único namorado e cúmplice de Ali.

O prólogo conta como Ali conseguiu escapar do incêndio em Poconos. O que é narrado no prólogo não é nenhuma novidade. Ali saiu pela porta e foi jogada na floresta após uma explosão, onde foi resgatada pelo seu cúmplice. Não que a gente soubesse exatamente como Ali fugiu; mas, se Emily deixou a porta aberta, ela está viva e tem um cúmplice, é meio óbvia a maneira como ela conseguiu escapar. O que chamou nossa atenção, depois que lemos o epílogo, é que, no prólogo, é narrado os sentimentos de Ali pela pessoa que estava com ela em Poconos; diferente do epílogo, que narra os sentimentos de Nick por ela. Claro que o prólogo não ia confirmar quem era o cúmplice; mas a diferença na descrição dos sentimentos não parece ser à toa. No epílogo, Ali reconhece que o amor de Nick era verdadeiro e maior que tudo. Ele foi capaz de matar por ela e ir até o fim do mundo para ajudá-la. Essa passagem confirma, mais uma vez, que Nick matou Tabitha, Gayle, Graham e Kyla e o que já tinha sido confirmado pelo próprio Nick, que ele se passou por quatro pessoas diferentes, além de ter ido para a Islândia. No entanto, Ali não menciona Poconos.

Quando Emily lembra dos crimes que Ali cometeu na sua primeira fase -A, é dito que, provavelmente, Nick também a ajudou em Poconos. Nossa desconfiança é que o prólogo não falou de Poconos apenas para contar como Ali escapou e que ela teve ajuda de um cúmplice; desconfiamos que o prólogo falou de Poconos porquê não foi Nick que ajudou Ali no incêndio.

No epílogo, Ali está em uma casa que ela montou sem Nick saber. Ali revela que filmou Nick assassinando Tabitha sem ele perceber e que foi ela quem mandou o vídeo para a polícia. Além do vídeo, Ali deu um jeito de hackear o telefone de Nick para que ele fosse o autor de todas as mensagens enviadas por -A. Ali juntou dinheiro escondida de Nick e já tinha tudo esquematizado para culpá-lo, caso fosse necessário.

A casa em que ela aparece no final tem muita semelhança com a casa que Spencer e Chase visitaram, onde Ali foi filmada na companhia de um rapaz. Spencer reconheceu Ali nas imagens - ou alguém muito parecido com ela - mas não foi possível identificar quem era o rapaz. Considerando que as casas são as mesmas, não é Nick que aparece nas imagens com Ali. A casa em que Ali foi filmada fica na parte pobre de Rosewood. No epílogo, Ali foi para a casa secreta correndo. Se ela foi a pé, deve ser porquê a casa fica em Rosewood. 

Deadly termina com Nick sendo responsabilizado por tudo. Fuji reuniu várias provas contra ele, mas ainda não sabemos o que ele tem a dizer. Deadly também termina confirmando, pela enésima vez, que não existem limites para Alison (o que nós amamos). Sabemos que ela é capaz de tudo; e, para fazer tudo, também sabemos que ela precisa de ajuda. 

Nossa suspeita é que Ali tem outro menino como cúmplice, que a ajudou em Poconos e a incriminar Nick. E quem seria esse menino? Chase.

A gente desconfiava que Nick também era Chase e agora sabemos que não é. Em Crushed, dissemos que Chase surgiu com o mesmo comportamento de Ali em sua primeira fase -A. Ele tem um blog de teorias da conspiração. Chase tem várias fotos de Alison e Courtney da época que elas eram crianças e nem moravam em Rosewood, além do vídeo que mostrava Alison na casa. Quando Ali se tornou -A, ela mandou várias mensagens para as meninas com pistas sobre Courtney; pistas que só fizeram sentido após a revelação das gêmeas. Parecia que Alison queria que as meninas descobrissem sobre Courtney, do mesmo jeito que Chase queria que Spencer confirmasse que Alison estava viva. Em Crushed, Chase conta para Spencer que Ali tinha uma enfermeira particular e ele sabia onde a enfermeira morava. Ao chegarem na casa, claro que não tinha ninguém lá, além de um alçapão abrir, derrubando um monte de coisa em cima de Spencer. Chase contou para Spencer que ele soube que a Bill Beach foi roubada. E quais medicamentos foram roubados? Medicamentos para tratar de queimaduras. É claro que roubaram medicamentos para queimadura, mas a intenção de Chase ao contar sobre o roubo era para Spencer acreditar na história da enfermeira e que Ali estava mais perto do que ela imaginava. No dia do Baile, Chase pergunta para Spencer sobre Tabitha e a Jamaica. Spencer surta e se joga da limousine, crente que Chase é -A. No Baile, após Iris confirmar que Noel era o namorado de Ali, Spencer fica aliviada por ter se enganado sobre Chase, que a visita no dia seguinte se fazendo de coitadinho e prometendo levá-la até a casa do vídeo. Durante a visita, Chase fala que pesquisou sobre Spencer nas redes sociais e, por isso, sabia da Jamaica. Quanto as informações exclusivas que tem, Chase sempre fala que um amigo conseguiu. 

Em Deadly, Chase vai atrás de Spencer no hospital para levá-la até a tal casa em que Ali foi filmada. Claro que não tinha nenhum sinal de Ali, nem de ninguém, na casa. O que importa é que Chase se arriscou por Spencer. Na casa do sr. P., Gates revira a bagunça em busca de pistas e mal consegue uma digital. Chase pisou na cozinha e viu uma chave jogada no chão. Depois que Gates vai embora, Chase reclama que ele o encarou como se ele fosse o autor do vandalismo. Mais uma vez, Chase é injustiçado. No café, Chase se mostra preocupado com Spencer, ignorando o risco que corre ao ficar ao lado dela, além de revelar sua paixão por poesia e ópera. Depois que Fuji recebe o vídeo de Tabitha, Chase estressa com Spencer e bate a porta na cara dela, revoltado por Spencer não ter contado para ele que -A o ameaçou.

Noel conta que ele e Ali usavam um site de eletrônicos para marcarem encontros enquanto ela estava na Preserve. Noel não entendia como Ali acessava aquele site, já que na Preserve telefone e computador eram proibidos. Mesmo assim, Ali sempre dava um jeito de marcar os encontros. Convenientemente, após Noel marcar um encontro com ela, o site sai do ar. Só para constar: quando aparece no hospital, Chase fala para Spencer que sabia que ela estava lá porquê Veronica falou.

Sobre as informações exclusivas que Chase tem sobre Ali. Se Rosewood inteira acreditava que Ali estava morta, por qual motivo as pessoas que a viram não falaram para a polícia? Todo mundo sabia quem Ali era e o perigo que ela representava; então, por quê entregar as evidências para Chase em vez de procurar a polícia? 

Sobre o acidente de Madison. Nick confirma que armou toda a situação para Madison cair de bêbada, mas não fala nada quanto a batida. Quando Hanna encontra Madison, ela fala que parecia que alguém queria fazer alguma coisa com ela, independente do carro e da companhia que ela estivesse. O carro que provocou a batida era um Acura, mesmo carro da chave que Chase encontrou na casa do sr. P.

Além de hackear os telefones, Ali fez uma montagem da batida de Madison em que só Hanna aparecia movendo o corpo. Outro detalhe nessa parte de hacker, é que Nick não fala nada sobre os telefones das meninas quando confessa o que aprontou. No epílogo, Ali fala que, assim que fugiu do celeiro, ela mandou o vídeo para a polícia; depois, Fuji confirma que as mensagens foram enviadas do telefone de Nick, sem dizer quando foi que a polícia fez a descoberta. Relacionamos Chase com essa parte de hacker porquê ele entende de computador. Se Ali mandou o vídeo quando fugiu, ela também pode ter plantado as mensagens no telefone de Nick algumas horas antes, como precaução caso alguma coisa desse errado. É bem estranho Nick ter o telefone hackeado e não perceber; logo ele, que era cúmplice de Ali. Sobre a desconfiança de ser Chase em Poconos, é por causa das cicatrizes que ele tem.

Conclusão sobre Chase: desconfiamos que Chase também é cúmplice de Ali. Como Ali revelou que sempre tomou todas as providências para incriminar Nick, ela contou com a ajuda de Chase nessa tarefa. Chase fez o blog de teorias porquê Ali sabia que alguma delas ia investigar as informações. Chase fez um teatrinho para Spencer e a convenceu de que só queria ajudar. Chase ter levado Spencer na casa em que Ali foi filmada foi a maior prova de que ele não mede consequências para ajudar Spencer, uma pessoa que ele conheceu ontem. Dos livros #1 ao #8, a frase em Rosewood nada é o que parece é repetida centena de vezes - mais um motivo para questionarmos as intenções de Chase. A história que Chase contou sobre o colega de quarto que o atormentou é bem estranha. E, como detalhe máximo, Chase tem um irmão gêmeo, com quem trocou de lugar para impressionar Spencer. Talvez nossa especulação esteja errada e vimos coisa demais nas passagens do prólogo e do epílogo. De qualquer maneira, Chase continua suspeito. No epílogo, Ali diz que precisa colocar uma pessoa sob seu feitiço. Se ela ainda não tem outro cúmplice, arrumar outro ajudante já está em seus planos.

Sobre Fuji e o vídeo em que as meninas matam Tabitha. A narrativa de Deadly dura pouco mais de um mês. O FBI está em Rosewood por causa do caso Tabitha e das denúncias que foram feitas contra as meninas. Segundo Fuji, o vídeo que incriminou as meninas era de remetente anônimo MAS de origem conhecida. As imagens eram de um resort vizinho do Cliffs. Fuji não cansa de repetir que ela tem uma equipe formada por excelentes profissionais. As meninas sabem que aquele vídeo é fake e não entendem como o resort tinha um crime gravado e nunca se manifestou. Se o vídeo era de remetente anônimo, mas fazia parte do circuito de vigilância de um resort que eles sabiam o nome, por qual motivo ninguém se preocupou em entrar em contato com o resort para confirmar a veracidade das imagens? Depois que Nick é preso, Fuji fala que os peritos concluíram que o vídeo de Tabitha era falso. Precisou de um mês para chegarem a essa conclusão? Por quê ninguém foi atrás de saber o que aconteceu antes e depois do assassinato? Não era mais fácil entrar em contato com o resort do que passar um mês analisando o vídeo? Essa parte ficou como o furo do livro. 

Sobre Noel. Ali confirmou que Noel não era seu cúmplice. Acreditamos nela pelo que aconteceu com Noel em Crushed e pela maneira como ele se tornou suspeito. Sabemos que as pessoas de quem as meninas suspeitam nunca são culpadas, mas o caso de Noel tem dois detalhes curiosos. Noel conta para Aria que sabia sobre a troca e que Courtney era Courtney. Quando Aria pergunta por quê Noel nunca falou nada sobre Courtney, ele fala que, apesar de Ali ter taxado Courtney de doida e perigosa, ele não achava que Courtney era nada daquilo. Ali pediu para Noel manter tudo em segredo e ele concordou. Noel assume ter ficado com pena de Ali e por isso a visitava. Ok, Noel pode ter achado que Ali exagerou e que Courtney era um doce de pessoa, mas ele achou normal o que Courtney fez? Outra curiosidade é sobre o código secreto que Ali e Noel usavam para marcarem os encontros. Noel sabia que Ali não tinha acesso a telefone e computador, o que não a impedia de usar a internet. Ele nunca quis saber como Ali acessava aquele site? Noel concorda em ajudar Aria e marca um encontro com Ali. Diz ele que sabia que Ali era a responsável pelo vídeo da Jamaica e, mesmo depois de quase ter morrido, ele não pensa duas vezes e se dispõe a ajudar as meninas. Noel usou o código para encontrar Ali até Poconos. Após marcar o encontro, ele tem certeza que Ali vai aparecer. Tudo bem que Ali armou para eles durante o encontro; mas não foi arriscado o que ela fez? Como Noel tinha certeza que ela ia aparacer, sendo que ele foi vítima dela? O caso de Noel é diferente de Chase. Chase transborda bondade, enquanto Noel transpira ingenuidade. Será que existe ingenuidade em Rosewood? Mencionamos esses detalhes sobre Noel porquê o encontro que ele marcou com Ali é semelhante ao que Chase fez com Spencer ao levá-la até a casa em que Ali foi filmada. Ambos demonstraram que estão dispostos a tudo para acabar com Ali. Claro que Spencer não ia voltar na casa após concluir que o vídeo era armação de Ali e claro que as meninas aniquilariam qualquer resquício de suspeita contra Noel após ele marcar o encontro. Quando Noel marca o encontro com Ali, uma loira aparece para distraí-lo e, depois que a loira sai correndo, um carro avança pra cima das meninas, sem ameaçar Noel.

Sobre Iris. Em Crushed, concluímos que Iris foi quem pegou a foto da lista de suspeitos das meninas e que ela estava do lado de Ali. Com a confirmação de que Ali hackeou os telefones, achamos que Iris não pegou a lista mas ainda acreditamos que ela levou Emily de propósito na casa de Tripp e inventou que Noel era o namorado de Ali a mando da própria. Fuji fala que Iris foi encontrada amarrada em uma árvore e ela responsabilizou Nick pela armação. No #10, Emily é empurrada por uma loira na trilha. Emily viu o cabelo da menina, mas não viu o rosto. Em Deadly, Noel é abordado por uma loira, que ele não sabia quem era. Desconfiamos que as loiras eram Iris. Como Ali já tinha tudo preparado para incriminar Nick, ela deve ter pedido para ele não matar Iris para ela testemunhar contra ele. Também desconfiamos que era Iris que estava com Nick no almoxarifado. Caso não seja Iris em nenhuma dessas situações, então Ali tem ajuda de outra menina, que ainda não conhecemos. Quando Noel conta para Aria quem eram as amigas de Ali que ele conheceu na Preserve, ele apenas cita Iris como loira e magra, dando a entender que não conversou com ela. Acreditando em Noel, ele não reconheceu a voz feminina e a loira porquê não teve muito contato com Iris. Mas como desconfiamos dele, Noel pode ter mentido que não sabia quem era a menina e de quem era a voz no almoxarifado. 


Finalizando: para não perder o costume, claro que já estamos nos descabelando por Toxic, previsto para junho.

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