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sábado, 13 de abril de 2013

Twisted #9 - capítulos 25 ao 32




25 - One Big Happy Family

Depois da tarde de compras Spencer, Zack e Amelia voltaram para o hotel para jantar com os pais. Antes deles chegarem, Zack pegou uma garrafa de bebida escondido e falou para Spencer que eles deveriam se embebedar. Zack misturou a bebida na água e os dois começaram a ficar meio bêbados.

A sra. H. chegou com o namorado e eles pediram o jantar. O pai de Zack queria saber o que eles fizeram e Spencer disse que eles passaram a tarde na quinta avenida comprando roupas para Amelia. O sr. Pennythistle não gostou do que ouviu e perguntou porque eles não tinham feito passeios culturais. Amelia disse que faria no outro dia e Zack resolveu enfrentar o pai e dizer que não queria encontrar com o conselheiro de Harvard.

O sr. Pennythistle se irritou e falou que Zack iria se encontrar com o conselheiro no outro dia, às dez da manhã. Enquanto jantavam, Zack e Spencer continuaram colocando bebida na água. O sr. Pennythistle aproveitou o jantar para dar um anel para a sra. Hastings.

Depois do jantar, Spencer e Zack foram para seus quartos, que eram um do lado do outro. Eles resolveram ficar no quarto de Zack e, como estavam bêbados, dormiram na mesma cama.

26 - Things Get Steamy At The Pool

Era sábado e Emily estava na piscina de Rosewood Day participando de uma competição de nado borboleta. Emily ganhou a competição e foi elogiada pelo treinador Raymond e por alguns alunos que estavam ali. Emily ficou super feliz com o resultado e queria compartilhar com algum amigo e não com as pessoas que estavam ali. Ela pensou em Chloe e mandou uma mensagem para ela, contando sobre o resultado e que elas deveriam comemorar.

Depois de mandar a mensagem, Emily estava indo para o vestiário e ouviu alguém a chamando. Ela se virou e viu o sr. Roland com o olheiro da UCN, o sr. Lowry. Emily ficou super empolgada porque era verdade o que o sr. R. prometera. Eles chamaram Emily para conversar em uma sala de ginástica, afastada da piscina.

O sr. Lowry disse que a UCN iria oferecer uma bolsa integral para Emily. A universidade ficou satisfeita com o que viu sobre Emily e que a bolsa estava praticamente garantida. Depois de conversar com Emily, o sr. Lowry se virou e saiu da sala. Emily achou estranho que o sr. Roland não foi atrás e, antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, o sr. R, começou a agarrá-la. Emily começou a gritar e a empurrá-lo. De repente, Chloe apareceu na sala e viu tudo. O sr. Roland fingiu que não nada estava acontecendo e foi para perto de Chloe, super calmo. Emily começou a chorar e tentou explicar o que estava acontecendo, mas Chloe não quis saber. Ela xingou Emily e saiu correndo.

27 - Ahh, Vacation Memories

Hanna estava dormindo e sonhando com Alison. Era final de semana e ela costumava dormir até o meio dia. Ela estava morando novamente com sua mãe, depois de uma temporada de Ashley em Cingapura.

Ashley acordou Hanna às dez da manhã dizendo que Tom ligou exigindo que Hanna fosse até o escritório da campanha o mais rápido possível. Hanna ficou aflita. No dia anterior, ela seguiu as instruções de Patrick e foi até a banca de flores com o dinheiro. Hanna entregou o envelope para o vendedor mas ficou escondida esperando Patrick aparecer. Pouco depois, ele apareceu e Hanna foi pra cima dele, exigindo que ele deletasse as fotos do computador na frente dela. Patrick deletou e Hanna foi embora com a certeza de que ele não poderia fazer nada contra ela.

Hanna foi ao escritório de Tom e ele disse que alguém roubou dinheiro do cofre e que Hanna foi vista nas escadas no andar do escritório. Hanna confirmou que estava nas escadas e disse que estava seguindo Jeremiah, porque achou que ele estava estranho. Hanna falou que ele entrou no escritório e saiu rápido, mas ela não sabia como contar aquilo para Tom pois não fazia ideia que Jeremiah era ladrão. Tom agradeceu a sinceridade de Hanna e disse que demitiu Jeremiah por ter encontrado várias evidências contra ele. Tom abraçou Hanna, se despediu e se trancou no escritório. Hanna entrou no elevador para ir embora e, quando apertou o botão, o elevador deu uma pane e ela ficou presa. Hanna apertou o botão de emergência, interfonou na recepção e como ninguém atendia ela ficou desesperada. Ela tentou ligar para a polícia mas o celular estava sem sinal. Nervosa, ela começou a se lembrar da Jamaica.

Eu aposto que você nem sempre foi bonita, não é?
— Não! —  Ela não podia pensar nisso agora. Mas a voz de Tabitha ficou mais alta.  Eu sinto que conheço vocês desde sempre!
As vozes de suas amigas explodiam em seus ouvidos e ela podia ver claramente o quarto do hotel.
— Vocês acham que devemos ir ver o que ela quer? — Aria perguntou.
— Você está louca? — Emily olhou para ela. — Essa é uma sentença de morte! Ali está nos esperando!
— Em, não é Ali.— Aria falou e as meninas se olharam.
— Na verdade, ela realmente se parece com Ali. — Spencer sussurrou. — Todas nós achamos isso, Aria. Só você que não acha.

Hanna olhou para o bilhete novamente.
— Talvez Aria tenha razão. Se não encontrarmos com ela agora, ela vai continuar atrás da gente. Vamos aproveitar que estamos juntas e vamos.

Tabitha estava esperando por elas no ninho do corvo, que era tipo um deck em cima do telhado do restaurante. Ela estava sentada em uma das espreguiçadeiras e bebendo uma piña colada. Só as cinco estavam ali; não havia ninguém por perto. O lugar estava rodeado de vasos com palmeiras. Quando viu as meninas, Tabitha se levantou e sorriu:

— Ei, pessoal! Eu acho que vocês receberam a minha mensagem!

Seu sorriso estava meio retorcido, quase diabólico. Hanna olhou fixamente para o pulso de Tabitha e confirmou que ela usava a pulseira idêntica a de Ali. A pulseira estava desgastada nas bordas, como a de Ali estava.
Spencer pegou uma almofada e perguntou:
— Por que você queria que viéssemos aqui?
— Porque eu quero mostrar uma coisa para vocês.

Spencer olhou fixamente para Tabitha; ela não acreditava em nada que ela dizia. Quem é você?

— Você está bêbada, Spencer? Meu nome é Tabitha. Eu já te falei.
— Seu nome não é Tabitha. — Emily disse — Você sabe algumas coisas sobre nós. Coisas que ninguém mais poderia saber.
— Talvez eu seja vidente. — Tabitha respondeu. — Eu sinto que conheço vocês desde sempre, mas isso é impossível, não é? — Seus olhos brilhavam e ela apontou para Hanna.

— Vem aqui, Hanna. Eu não vou te morder. Eu só quero te mostrar como a vista daqui é incrível. Tabitha pegou Hanna pela cintura e a inclinou sobre o muro, que batia na cintura delas.

— O que você quer de nós? — Hanna choramingou — Você já não fez o suficiente?

— Por que você tem tanto medo de mim?
— Você sabe porque. Você é Alison DiLaurentis.

— A menina morta? — Tabitha fingiu indignação. — A assassina louca? Porquê você acha isso de mim?
— Por causa de tudo o que você disse para nós! — Aria respondeu. — Tudo o que você sabe! E por causa das queimaduras em seu corpo. São daquele incêndio?
Tabitha analisou seus braços enrugados e sorriu.
— Talvez. Mas eu não sobrevivi ao fogo, certo?
— Ninguém sabe realmente o que aconteceu. — disse Emily com a voz trêmula. — Todo mundo achava que você morreu, mas...
— Mas o quê? Eu escapei? Alguma sugestão de como isso foi possível, Em?

Emily empalideceu. Hanna, Spencer e Aria olharam para ela sem saber o que Tabitha queria dizer com aquilo.

Tabitha andou em direção a Hanna, que começou a gritar. 
— Qual é o seu problema? — Ela parecia ofendida. — O que você acha que eu vou fazer?
— Me deixe em paz! — Gritou Hanna, cambaleando para trás. Ela sentiu umas folhas raspando em sua perna e seu deu conta que estava encostada no murinho, a trinta metros de altura do mar.
— Não toque nela! — Aria agarrou o braço de Tabitha. — Você não ouviu? Ela quer que você a deixe em paz!
— Seja honesta, fale logo quem você realmente é. — Spencer disse.

Tabitha começou a rir.

Você quer uma resposta honesta? Ok. Sou Tabitha. E sou fabulosa.

Todas engasgaram. Hanna tinha certeza que ela era Ali, que sempre falou aquilo. Tabitha realmente era Ali.

Ali se livrou de Aria e foi em direção a Hanna, que tentou desviar mas acabou escorregando e, quando viu, estava debruçada no muro, pronta para despencar de lá. Ela começou a pedir socorro. Ela ouviu um barulho de motor e se assustou. O elevador voltou a funcionar.

Hanna chegou ao lobby e viu que não tinha ninguém ali. Ela olhou para uma parede e viu a porta de uma caixa de força aberta. Era a caixa do elevador. Quando ela chegou, a caixa estava fechada. Aliás, ela nunca vira aquela caixa aberta. Hanna percebeu que alguém esteve ali e mexeu nos interruptores. Ela olhou em volta mas não tinha ninguém. Hanna se aproximou da caixa e sentiu um cheiro familiar, de sabonete de baunilha. De repente, Hanna soube exatamente quem esteve ali. Só podia ser Alison.

28 - When Push Comes To Shove

Quando Aria acordou ela decidiu que deveria pedir desculpas para Klaudia. Ela analisou tudo que aconteceu desde que voltou para o quarto depois do episódio da banheira e concluiu que exagerou ao julgar Klaudia. Ela encontrou Noel e seus irmãos e, juntos com Klaudia, eles foram andar de teleférico.

Aria entrou no mesmo vagão que Klaudia e insistiu que elas precisavam conversar. Aria explicou que era apaixonada por Noel desde a sexta série e nunca pensou que ele fosse olhar para ela. Aria contou toda sua história com Noel e pediu desculpas para Klaudia.

Para surpresa de Aria, Klaudia começou a rir da cara dela e falou que iria transar com Noel naquela noite. Klaudia usou palavrões em inglês para falar o que queria fazer com Noel. Aria ficou perplexa e, quando reparou no sorriso de Klaudia, lembrou de Tabitha. Depois que Tabitha andou em direção a Hanna, Aria a pegou pelo braço e as duas se empurraram. Elas estavam na beira do murinho e em questão de segundos, Aria se desequilibrou e perdeu a visão. Quando abriu os olhos, Tabitha não estava mais na sua frente; ela havia despencado do ninho do corvo. Aria voltou a si quando sentiu que Klaudia estava tentando empurrá-la do vagão. Aria gritou e empurrou Klaudia. Tudo aconteceu muito rápido; em fração de segundos, Klaudia despencou do vagão, assim como Tabitha despencara do penhasco.

29 - Don’t Ask, Don’t Tell

Spencer estava dormindo na mesma cama que Zack e estava sonhando com a Jamaica. Depois que Aria empurrou Tabitha do penhasco, as quatro desceram para ver o que tinha acontecido com ela. As meninas se separaram e Spencer ficou sozinha. Ela encontrou Tabitha jogada na areia, pálida e com as pernas dobradas de um jeito estranho. Spencer se assustou quando viu uma linha de sangue, que ia da orelha de Tabitha até sua boca. Spencer entrou em desespero e começou a sentir o pulso de Tabitha, implorando para ela acordar. De repente, Tabitha puxou seu cabelo e disse: eu sei o que você fez e todo mundo vai saber.

Spencer acordou com o barulho de alguém batendo na porta. Era o pai de Zack, que queria saber se ele estava pronto para a reunião com o conselheiro de Harvard. Zack acordou e, antes que ele e Spencer pudessem se vestir, o sr. Pennythistle entrou no quarto e viu Zack só de calça e Spencer de camiseta e calcinha.

O sr. Pennythistle começou a fazer o maior escândalo, perguntando o que significava aquilo. Spencer falou que não tinha acontecido nada mas o sr. Pennythistle não deu ouvidos a ela e partiu pra cima de Zack. Ele segurou o filho pelos ombros e começou a empurrá-lo contra a parede, com violência. Spencer gritava para ele parar enquanto Zack pedia para ela sair do quarto. Spencer percebeu que não era a primeira vez que o pai agredia o filho daquele jeito. O sr. Pennythistle xingava Zack e o batia contra a parede, perguntando no que o filho estava pensando ao dormir com Spencer, que era praticamente sua meia-irmã.

Como o sr. Pennythistle não se acalmava, Spencer gritou que não tinha acontecido nada porque Zack era gay. O sr. Pennythistle soltou Zack. Atordoado com o que ouviu, ele começou a esmurrar a parede. Spencer ficou chocada com o que viu. A parede ficou cheia de marcas de sangue. Quando ouviu a voz de Veronica, o sr. Pennythistle saiu do quarto e bateu a porta com força. Zack se vestiu e falou que Spencer era uma vagabunda, que ele não sabia onde estava com a cabeça quando contou que era gay para ela, já que ele conhecia a fama dela de mentirosa. Zack também saiu do quarto. Em seguida, o celular de Spencer apitou:



Cuidado Spencer. Eventualmente, todos os segredos voltam para a terra. Acho que você sabe exatamente o que eu quero dizer. –A


30 - She’s Smarter Than She Looks

Depois que Klaudia caiu do teleférico, ela foi resgatada pelos trenós da emergência e foi para o hospital. Os irmãos Kahn e Aria estavam na sala de espera. Noel perguntou para Aria como Klaudia tinha caído e ela disse que não viu, que não sabe o que ela fez para cair do vagão.

Um médico apareceu e disse que Klaudia estava bem, que eles já poderiam vê-la. No quarto, Klaudia se fez de coitadinha e disse que não se lembrava de como tinha caído, que tudo era um borrão em sua mente.

Noel disse que eles teriam que ficar mais uma noite nas montanhas por causa de Klaudia e Aria falou que teria voltar antes porque tinha que tomar conta de Lola. Aria ia pegar o ônibus para a Filadélfia em uma hora e Noel disse que Klaudia precisaria de ajuda, por isso eles iriam ficar. Aria detestou a situação mas ela precisava ir embora. Quando foi se despedir de Klaudia, ela olhou em direção a Noel e mostrou o dedo para Aria.

31 - Congratulations, Now Eff-Off

Depois do treino de natação, Emily voltou para a casa de carro. Quando estacionou, ela ouviu pela milésima vez a propaganda do telefilme sobre as Liars na rádio. Naquele dia fazia exatamente um ano que Ali tinha morrido e Emily estava preocupada, ela achava que era a data perfeita para -A se vingar. Antes de sair carro, ela mandou mais uma mensagem para Chloe, explicando que ela não teve culpa pelo que aconteceu. Emily já tinha mandado cinco mensagens mas Chloe não respondeu nenhuma.

Emily se aproximou da porta e viu que estava destrancada. Ela achou estranho e chamou por alguém. Ninguém respondeu e ela entrou na cozinha. Para surpresa de Emily, seus pais encheram a casa de bexigas e a esperavam com um bolo para comemorar a bolsa na UCN. Emily ficou ainda mais estarrecida quando viu que os Roland e Chloe também estavam lá.

Todos abraçaram Emily e a sra. Fields não cansava de falar obrigado para o sr. Roland, que dizia que não foi incomodo nenhum. Emily ficou super sem graça e ficou com mais raiva pela maneira falsa que o sr. Roland estava se comportando. Quando conseguiu ficar sozinha com Chloe, Emily pediu desculpas e ela fingiu que não estava ouvindo.

Emily começou a chorar e implorou para Chloe acreditar nela. Chloe disse que não sabia se deveria confiar em Emily, que não sabia nada sobre a vida dela a não ser que ela engravidou no verão passado. Emily ficou nervosa e pediu que Chloe não falasse sobre aquilo, que se seus pais escutassem, ela seria expulsa de casa. Chloe falou que não ia falar nada desde que ela deixasse seu pai em paz. Emily concordou e Chloe foi embora, dizendo que não estava em clima de festa.

Depois que Chloe saiu, o celular de Em apitou:



Ela prometeu não dizer, mas eu não posso fazer a mesma promessa sobre NENHUM de seus segredos. Me desculpe! – A


32 - Ali, The Cunning Cat

Hanna estava na academia fazendo bicicleta para tentar não pensar em Ali, Tabitha ou -A. Ela se lembrou do que aconteceu depois que Tabitha despencou. As meninas desceram as escadas com a esperança de salvar Tabitha mas levaram um susto quando não viram o corpo na areia. Todas ficaram desesperadas.

Hanna ouviu alguém chamando seu nome e se deparou com Jeremiah. Ele foi ameaçá-la, dizendo que por causa dela ele foi demitido e que ela sabia muito bem que ele não roubou o dinheiro. Hanna se fez de desentendida e Jeremiah falou que ele ainda tinha o e-mail que dizia que Hanna escondia coisas da imprensa e que ele ia descobrir o que era e espalhar para todo mundo.

Quando Jeremiah foi embora, o celular de Hanna apitou:

Ligue no jornal, querida. Tenho uma surpresa pra você. Beijos! – A


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Twisted #9 - capítulos 17 ao 24




17 - Dance Like No One’s Watching

Era quinta-feira a noite e Spencer foi com Zack a uma boate na Filadélfia, o Club Shampoo. O lugar era super badalado e tinha uma fila enorme na porta. Spencer estava encantada com Zack. Cada vez que ela olhava para ele, ela o achava mais bonito. Naquela noite, os dois estavam sozinhos, sem Amelia para atrapalhar.

Zack estacionou o carro e quando foi atravessar a rua, Spencer recebeu uma mensagem de Aria falando que ela tinha recebido uma mensagem de -A. Aria queria saber se Spencer tinha recebido alguma mensagem, mas ela ignorou Aria.

Eles entraram na boate e Zack pegou dois mojitos. Várias meninas olhavam para Zack, que só tinha olhos para Spencer. Zack reclamou que não aguentava mais seu pai, que ele era muito rígido e exigia demais dele. Zack disse que ele seria deserdado se não entrasse em Harvard. O pai de Zack e a sra. H. já tinham planejado passar um feriado em NY e Zack deveria encontrar com um conselheiro de Harvard durante o feriado.

Zack estava desanimado e disse que o pai pegava mais leve com Amelia. Spencer contou que ela já passou por essa cobrança dos pais, que viviam a comparando com Melissa e explicou que a pressão diminuiu depois da história de Alison. Zack falou que Spencer não precisava falar de Alison se o assunto a deixasse nervosa. Ela disse que estava bem mas era mentira.

Quando Zak falou de Amelia, Spencer lembrou de quando a falsa Ali disse que elas seriam melhores amigas e melhores irmãs; Spencer sempre sonhara em ter uma irmã que fosse sua amiga. Ela acreditou nas palavras de Ali, que logo depois tentou queimá-la viva. Mais uma vez, a cabeça de Spencer voltou para a Jamaica.

Depois que ela compartilhou a bebida com Tabitha no banheiro, Spencer voltou para a mesa. Suas amigas tinham se separado. Aria estava discutindo com Noel perto do bar, Hanna estava perto do telescópio do outro lado do restaurante e Emily tinha sumido.
Depois de um tempo, alguém bateu em seu braço e ela se virou. Era Tabitha novamente.
— Desculpa te incomodar, mas eu tenho que perguntar. — Tabitha se empoleirou na beirada da mesa. — Você não acha que somos parecidas?
Spencer ficou olhando para ela, uma onda nervosa percorrendo seu corpo.
— Eu não acho.
— Bem, eu acho. — Tabitha sorriu. — Eu acho que parecemos irmãs que foram separadas no nascimento.
Spencer se levantou tão rápido que derrubou a cadeira.
Tabitha ficou parada onde estava, um sorriso malicioso em seu rosto. Por que ela disse isso? Será que ela sabia? O caso de amor escandaloso da Sra. DiLaurentis com o Sr. Hastings foi algo que não tinha sido liberado para o público. Spencer não tinha certeza se a polícia sabia daquilo.

Spencer ouviu o barulho da coqueteleira do bar e parou de pensar na Jamaica. Ela chamou Zack para a pista de dança e os dois começaram a dançar, cada vez mais próximos. Não demorou muito, eles estavam se beijando. De repente, Zack se afastou e disse que eles não poderiam continuar fazendo aquilo. Ele pediu desculpas se fez Spencer achar que ele estava interessado nela e ela queria saber se ele tinha namorada ou se tinha medo que seu pai reprovasse o envolvimento com Spencer por ela ser filha da namorada dele. Zack falou que não era nada daquilo e que ele achava que era gay. Ele implorou para Spencer não falar nada para ninguém e ela prometeu manter segredo.

Spencer ficou um pouco desapontada mas ao mesmo tempo se sentia bem por Zack querer ser seu amigo. Ela fingiu que nada tinha acontecido e voltou a dançar. No fundo da pista de dança, Spencer cismou que uma pessoa encapuzada estava olhando para ela.

18 - Friends Tell Friends Everything

Na mesma quinta-feira Emily foi até a casa dos Roland para cuidar de Grace. Quando chegou, encontrou a porta destrancada e entrou. Ela disse oi e Chloe a chamou na cozinha. Ela estava fazendo nachos e ofereceu uma taça de champanhe para Emily.

Emily ficou em dúvida se deveria beber, afinal, iria tomar conta de Grace. Chloe insistiu e Emily aceitou a bebida. Chloe propôs que elas brindassem. Chloe disse que teve muita sorte em encontrar uma amiga assim que se mudou para Rosewood.

Emily perguntou porque os pais de Chloe tinham saido e ela disse que eles foram jantar e que o casamento dos dois estava em crise mais uma vez. Emily começou a encher Chloe de perguntas sobre o casamento dos pais dela. Chloe disse que elas não deveriam falar dos pais dela e sim sobre elas e pediu que Emily contasse um segredo. Emily disse que já tinha contado um segredo, que era sobre o namoro com Maya. Chloe disse que aquilo não era exatamente um segredo e pediu para Emily contar outra coisa.

Emily contou para Chloe que ela teve uma filha e esse foi o motivo que a fez abandonar a natação. Emily falou que teve outro namorado, Isaac, e que ele era o pai da menina mas não sabia. Quando descobriu que estava grávida, Emily foi para a Filadélfia morar com a irmã, que apesar de condenar Emily, deixou ela ficar no seu quarto e não contou nada para os pais. Emily disse que a criança estava bem e não falou mais sobre o assunto. 

Chloe contou que ela ficou com o treinador de futebol do time em que ela jogava e se apaixonou por ele. Chloe explicou que esse foi o motivo dela ter saído do time e que seus pais nunca poderiam saber. Emily começou a chorar ao lembrar de como era apaixonada por Alison e explicou toda a confusão com as irmãs para Chloe.

Enquanto falava, Emily se lembrou de Tabitha na pista de dança do resort e de como ela ficou assustada quando viu que Tabitha usava uma pulseira idêntica a pulseira que Ali fez para todas elas depois da Jenna Thing.

Sem perceber, Emily acabou dormindo no sofá e estava sonhando com Ali. Ela sentiu alguém encostado nela e acordou assustada com o sr. Roland por cima dela. Emily pulou do sofá e começou a falar alto e o sr. R. pediu que ela falasse baixo para sua mulher não ouvir. Emily nem esperou para receber o dinheiro, pegou seu casaco e saiu o mais rápido que pode da casa dos Roland.

Quando entrou no carro, seu celular apitou. Ela temeu que fosse Chloe e que ela soubesse o que tinha acabado de acontecer. Mas a mensagem era de -A:

Safada, safada! Você só gosta de ser má, Delegada?
Xx, -A

Emily ficou pasma quando leu delegada. Esse era o apelido que só Ali a chamava.

19 - A Picture’s Worth A Thousand Tears

Hanna pegou o trem para ir até o estúdio de Patrick. Ela não tinha aula naquele dia porque era feriado. Quando chegou no prédio, Hanna não achou o lugar tão bonito como da primeira vez que esteve lá.

Ela entrou no estúdio e chamou por Patrick, que assim que apareceu, começou a elogiá-la. Hanna estava ansiosa para ver as fotos e queria disfarçar a empolgação falando sobre outras coisas com Patrick. Os dois se aproximaram e, de repente, estavam se beijando.

O contato físico com Patrick não foi do jeito que Hanna esperava; ele não era delicado como Mike e Hanna percebeu que ele tinha caspa. Hanna parou de beijá-lo e disse que eles deveriam apenas manter relações profissionais, insistindo para que ele mostrasse as fotos. Patrick continuou agarrando Hanna, que se afastou mais uma vez. Patrick, então, foi pegar as fotos.

Hanna ficou surpresa quando ele voltou com apenas seis fotos praticamente iguais. Ela imaginou que o ensaio seria igual ao das revistas de moda. Nas fotos, Hanna estava com a alça do vestido caída e com o sutiã a mostra. As fotos não estavam tratadas e Hanna achou o resultado horrível, parecido com fotos eróticas de baixa categoria.

Hanna ficou nervosa e exigiu que Patrick mostrasse as outras fotos. Ele começou a ironizá-la e Hanna se deu conta de que Mike tinha razão; Patrick só queria se aproveitar dela. Hanna não queria acreditar que foi enganada. Patrick começou a ameaçá-la, exigindo dez mil dólares para entregar as fotos para ela. Hanna disse que não tinha esse dinheiro e ele falou que se ela não entregasse a quantia até o final de semana, ele colaria as fotos na internet, o que poderia arruinar a campanha política de seu pai.

Hanna se desesperou e implorou para Patrick não postar as fotos. Ele falou para ela entregar o dinheiro, em um envelope pardo, para um homem chamado Pete, que trabalhava em uma banca de flores na estação Treze. Patrick falou que era só Hanna pensar um pouquinho que ela conseguiria o dinheiro bem rápido. Irritada, ela saiu do estúdio batendo as portas e podia jurar que alguém a observava e estava rindo daquela situação.

20 - Nothing Like That Fresh Mountain Air

O carro dos Kahn estacionou em frente a pousada Whippoorwill, nas montanhas Lenape. Aria, Noel, Klaudia e os irmãos mais velhos de Noel, Eric e Christopher, viajaram para esquiar durante o final de semana. Aria não estava muito animada com a viagem depois do que leu no telefone de Klaudia.

Como sempre, todos os homens paravam para Klaudia. Os manobristas e mensageiros da pousada logo se amontoaram em cima dela para ajudar com a bagagem. Os cinco fizeram check-in e foram para os quartos; foram reservados cinco quartos, um para cada um.

Depois te der entrado no quarto e deitado na cama, Aria ouviu umas batidas na porta. Era Noel, que a surpreendeu com uma cesta cheia de flores, guloseimas e um porquinho de pelúcia. Aria se emocionou com o presente e, de novo, se sentiu mal por desconfiar de Noel. Ela lembrou da mensagem de -A e da Jamaica, quando viu Noel conversando com Tabitha. Depois da viagem, ele ainda falava sobre ela, comentando que ela se parecia com alguém mas Noel não sabia com quem.

Aria parou de pensar naquelas coisas e começou a beijar Noel. Quando se deu conta, os dois estavam quase sem roupa. Aria achou que aquele era o momento certo para acontecer a primeira vez do casal e continuou com os amassos, até ouvirem uma batida na porta. Era Klaudia, chamando Noel para esquiar. Noel e Aria não responderam e Klaudia continuou batendo até cortar o clima entre o casal. Noel respondeu que ele já estava indo.

Aria reclamou que Noel interrompeu o clima entre eles para ir esquiar com Klaudia e Noel disse que eles teriam muito tempo para ficarem a sós. Aria acabou confessando que não confiava em Klaudia e Noel disse que ela não deveria se preocupar.

Os dois saíram do quarto e foram andar de teleférico. Klaudia foi indiferente com Aria, que percebeu na mesma hora que ela tinha escutado a conversa com Noel no quarto.

21 - Some Stripping And Some Teasing

Spencer, sua mãe, o namorado dela, o sr. Pennythistle, Zack e Amelia foram para Nova York. O sr. Pennythistle iria participar de um baile de gala e convidou a sra. H. e Spencer. Eles se hospedaram no hotel Hudson.

A sra. H. e o namorado deixaram os filhos no hotel e saíram, marcando o jantar para as oito da noite. Spencer queria ficar sozinha com Zack para que eles pudessem conversar sobre tudo mas Amelia estava junto. Spencer precisava se conter para não revelar o segredo de Zack para a irmã dele.

Spencer sugeriu que eles fossem até a Barneys para fazer compras e mudar o visual de Amelia, que se vestia como uma velha. Amelia não deu muita bola para a sugestão de Spencer mas Zack adorou e os três foram para a Quinta Avenida. No começo, Amelia mostrou certa resistência as sugestões de Spencer mas, aos poucos, ficou animada enquanto experimentava as roupas.

Spencer entrou no provador e pediu ajuda para Zack com um vestido. Ela estava só de sutiã e com o jeans desabotoado. Zack foi ajudar Spencer com o zíper e rolou um clima entre eles. Amelia saiu do provador e perguntou o que estava acontecendo e Zack respondeu que só estava ajudando Spencer o vestido.

Spencer fechou a porta e ficou confusa. Ela não entendeu a atitude de Zack.

22 - The Bridges Of Rosewood County

Na sexta-feira, Emily foi até a ponte de Rosewood de carro para encontrar com Chloe. Enquanto ela não chegava, Emily se lembrou de uma vez que ela e Ali estavam na ponte e Ali falou que queria levar o menino mais velho que ela gostava para passar uma noite ali. Emily se lembrou que enquanto Ali falava sobre o menino, ela mexia na pulseira da amizade, que a própria Ali fez para cada uma delas depois da Jenna Thing.

Emily se lembrou que Tabitha usava a mesma pulseira na Jamaica. O salão de festa do resort estava lotado, o que dificultava as tentativas de Emily de encontrar suas amigas. Finalmente, ela viu Spencer sentada em uma mesa, olhando para o mar:

— Eu sei que você falar que eu sou louca. — Emily disse — Mas você tem que acreditar em mim.
Spencer se virou e olhou para Emily.
— Ela é Ali. — Emily insistiu. — Ela é. Eu sei que ela não se parece com ela, mas ela está usando a mesma pulseira velha da Ali, a que ela fez para gente depois da Jenna Thing. É exatamente a mesma.
Spencer fechou os olhos por uns segundos e disse para Emily que Tabitha insinuou que elas pareciam irmãs que foram separadas há muito tempo.
— Era como se ela me conhecesse. — ela sussurrou. — Foi como se... ela fosse Ali.
Só de ouvir o que Spencer disse, Emily achou que as coisas ficaram mais sérias e perigosas. Ela olhou em volta para se certificar de que ninguém estava ouvindo.
— O que vamos fazer? Chamar a polícia?
— Como podemos provar isso? — Spencer mastigou o lábio inferior. — Ela não fez nada para nós.
— Ainda. — disse Emily. — Além disso, todo mundo acha que Ali está morta. — Spencer continuou. — Se dissermos que uma menina morta ressuscitou, eles vão querer nos internar.
— Temos que fazer alguma coisa. — A ideia de Ali  estar rondando o mesmo resort  em que elas estavam hospedados deixava Emily gelada de tanto medo.

Chloe chegou e interrompeu as lembranças de Emily, que tinha marcado aquele encontro para contar para ela sobre o sr. Roland. Emily não queria começar uma amizade com Chloe sem antes contar a ela o que tinha acontecido.

Chloe começou a se desculpar e não deixou Emily falar. Ela pediu desculpas por ter deixado Emily na sala sozinha com Grace. Chloe revelou que teve problemas com bebida no passado e chegou a ir para a reabilitação e que prometeu nunca mais chegar perto de qualquer bebida novamente. Chloe falou que antes de Em chegar ela já tinha tomado duas taças de champanhe e, depois da terceira, ficou bêbada e foi para o quarto antes que seus pais voltassem e a vissem. Chloe contou que começou a beber por causa da crise no casamento de seus pais e como o clima voltou a ficar ruim entre eles, ela ficou nervosa e bebeu para se acalmar.

Emily ficou comovida com a história de Chloe e não teve coragem de contar sobre o assédio do sr. Roland. Chloe confirmou que o olheiro da UCN estaria em Rosewood no sábado para se encontrar com Emily. As duas se despediram e Emily foi para o seu carro. Dentro do carro, Emily encontrou uma foto e ficou transtornada. Era a foto dela com Tabitha, dançando na festa do resort. Emily virou a foto e leu a mensagem que estava escrita: Esta prova é suficiente? –A

23 - Whatever Means Necessary

Hanna foi se encontrar com o sr. Marin no prédio em que ficava o escritório da sua campanha política. Quando Hanna chegou, Tom a abraçou a falou que ela era um exemplo de superação para todos, que ela tinha passado por muita coisa difícil nos últimos meses, mas conseguiu superar. Hanna se livrou do pai e pegou o celular para mandar uma mensagem para Mike, pedindo que ele ligasse para ela e que ele estava certo quanto a Patrick.

Quando Hanna foi apertar enviar, ela se assustou ao ver Emily no salão. Como ela sabia que Hanna estava ali? Emily disse que sabia que Hanna estaria ali porque ela postou no facebook e como ela só desligava o telefone na cara de Emily, aquele era uma maneira de as duas se encontrarem sem Hanna ter para onde fugir.

Hanna e Emily foram para um canto e começaram a falar que receberam mais mensagens de -A. Emily estava convicta de que alguém sabia o que elas tinham feito na Jamaica e que essa pessoa estava disposta a revelar para todos o segredo. Hanna se lembrou de Tabitha e de como ela fez insinuações para cada uma delas dizendo coisas que só Ali sabia. Hanna se lembrou de quando as quatro estavam no quarto do resort falando sobre Tabitha e ouviram um barulho na porta. Quando olharam, encontraram um pedaço de papel embaixo da porta com um recado de Tabitha, pedindo que as meninas fossem ao ninho do corvo em dez minutos que ela queria mostrar uma coisa para todas elas. 

Hanna parou de pensar na Jamaica quando Jeremiah chegou gritando seu nome com um iPad na mão. Ele olhou para Hanna e perguntou quem era aquela garota que estava com ela. Hanna disse que era uma amiga. Jeremiah, então, mostrou a ela um e-mail que ele recebeu de remetente anônimo, que dizia: Hanna se meteu em todo o tipo de problemas ultimamente! É melhor você perguntar para ela antes que os repórteres perguntem. Hanna e Spencer ficaram mudas enquanto Jeremiah gritava, exigindo uma resposta de Hanna. Ele deixou claro Hanna estava participando da campanha contra a vontade dele e falou que sabia que Hanna  poderia estragar tudo a qualquer momento. Ele estava nervoso e perguntou mil vezes para Hanna se ela sabia quem tinha escrito aquilo e se ela tinha alguma coisa para falar. Jeremiah disse que era melhor Hanna falar para ele para que qualquer que fosse o problema, fosse abafado antes da imprensa descobrir.

Hanna ficou irritada e falou que não tinha nada para contar. Quando Jeremiah foi guardar o iPad na sua bolsa, Hanna viu de relance um maço de cigarro e alguns dólares. Hanna mandou Emily embora e disse que ela não deveria se preocupar. Hanna tinha dúvida se o e-mail foi enviado por -A ou por Patrick. 

Hanna se distanciou das pessoas e foi atrás de Jeremiah. Ela viu que ele pegou o elevador e parou no terceiro andar, onde era o escritório da campanha. Hanna subiu pelas escadas, rezando para ninguém vê-la. Quando chegou no terceiro andar, Jeremiah estava saindo do escritório e falando no celular. Ele chamou o elevador. Hanna esperou o elevador chegar. Depois que Jeremiah entrou no elevador e a porta fechou, Hanna viu que ele tinha deixado cair alguma coisa no chão. Era um grampo de dinheiro com as iniciais JPO.

A sala estava cheia de cartazes da campanha de Tom. Hanna usou um lenço de papel para não deixar as digitais e foi direto no cofre. Ela tentou algumas combinações mas a verdade é que ela não fazia ideia de qual era a senha, até que viu uma foto de Kate em um cartaz e digitou o dia do aniversário dela. O cofre abriu. Hanna pegou os dez mil dólares e colocou dentro da bolsa. Ela fechou o cofre e jogou o grampo de Jeremiah no chão, próximo do cofre. Hanna apagou as luzes e trancou a sala. Ela olhou pela janela e teve a estranha sensação de que estava sendo observada.

24 - Every Guy’s Fantasy

Aria estava sozinha tomando um chocolate quente enquanto esperava Noell, seus dois irmãos e Klaudia voltarem da estação de esqui. Depois que Aria percebeu que Klaudia escutou a conversa com Noel atrás da porta, ela se recusou a ter aulas de esqui com Klaudia e decidiu que iria aprender com um instrutor profissional. Aria não ficou muito tempo na aula e voltou para a pousada.

Noel, os irmãos e Klaudia chegaram e encontraram Aria. Klaudia a ignorou equanto os irmãos Kahn falavam que ela era uma ótima professora. Aria estava mau humorada mas não queria ser grossa com Noel, que a chamou para a banheira de hidromassagem aquecida. Aria foi para o quarto, vestiu seu biquíni e foi para a banheira. Eric e Christopher já estavam bebendo e comentando que não viam a hora de Klaudia aparecer de biquíni. Aria fingiu que não escutou e ficou do lado de Noel.

Quando Klaudia apareceu, todos olharam para ela. Ela estava de roupão e foi na direção da banheira. Klaudia começou a tirar o roupão de um jeito meio sensual e quando o desamarrou, Aria achou que Klaudia estava usando um minúsculo biquíni cor da pele. Aria achou que sua vista estava embaçada e ela estava enxergando algo errado. Mas não, era aquilo mesmo que ela estava vendo. Klaudia estava pelada. Christopher e Eric ficaram boquiabertos e Noel não sabia o que dizer. Aria saiu da banheira revoltada. Noel foi atrás dela para saber o que tinha acontecido. Cansada de fingir que não estava acontecendo nada, ela falou que Klaudia passou dos limites.

Noel falou que Klaudia estava chorando e apareceu pelada porque na Finlândia era normal as pessoas entrarem nuas na banheira. Aria ficou indignada e falou que Klaudia estava se jogando para cima de Noel e que ele não percebia porque não queria. Aria entrou no elevador sozinha e foi para o quarto. Ela não sabia o que Noel iria fazer depois da briga, mas ela fingiu que nem estava preocupada com o namoro.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Twisted #9 - capítulos 9 ao 16




9 - Trouble In Paradise

As palavras no cartão postal ficaram turvas diante dos olhos de Spencer. O vento soprava e os galhos das árvores rasparam no telhado da antiga casa dos DiLaurentis.

— Será que isso é... real? — Emily sussurrou. Estava tão frio que sua respiração saiu em baforadas brancas.

Spencer olhou para o cartão novamente. Ela queria desesperadamente dizer que aquilo era uma piada, assim como inúmeras outras mensagens de -A que ela recebeu desde que Ali morreu. Mensagens que chegavam até ela endereçadas a Spenser Hastengs ou Spancer Histings ou Spencer Montgomery. A maioria das mensagens eram besteiras. Algumas eram mais ameaçadoras, exigindo dinheiro se seus pedidos não fossem atendidos. Spencer foi até a polícia para registrar queixa e os policiais viram todas as mensagens.

Os lábios de Aria se mexeram e uma expressão de culpa se formou em seu rosto.
— O que todas nós fizemos — Spencer disse rapidamente. — Somos todas responsáveis.
Hanna cruzou os braços sobre o peito.
— Ok, ok. Mas ninguém estava lá. Temos certeza.
— Isso não pode ser verdade. — Os olhos de Emily brilharam com a luz artificial do IPhone.
— Não diga isso, — Spencer advertiu — Não pode ser... ela. Não pode.
Hanna virou o cartão e olhou para a imagem do resort novamente. Sua testa franziu.
— Talvez não seja sobre o que pensamos. Muita coisa aconteceu na Jamaica. Talvez quem escreveu isso pode estar falando de outra coisa. Como quando Noel roubou aquelas garrafinhas de rum do bar e levou para o nosso quarto.
— Sim, como se alguém realmente se importasse com isso um ano depois. — Aria disse sarcasticamente. — Isso não seria motivo suficiente para que nós não pudéssemos retornar à Jamaica. Sabemos do que se trata.

Todas ficaram em silêncio. Um cão latiu algumas casas para baixo. Um pingo de gelo caiu na beirada da garagem dos DiLaurentis e espatifou no chão.
— Pare — Spencer interrompeu, fechando os olhos. Se ela se deixasse dominar pela preocupação, toda aquela paranoia voltaria a corrompê-la.  — Alguém está tentando mexer com a gente, ok? — Ela tomou o cartão das mãos de Hanna e colocou-o no bolso de seu casaco de lona. — Eu não serei arrastada de volta aquilo tudo. Nós já sofremos o suficiente.
— Então o que devemos fazer? — Aria jogou as mãos para cima.
— Nós ignoramos a carta — Spencer decidiu. — Fingimos que nunca a recebemos.
— Mas alguém sabe, Spencer. — A voz de Emily estava suplicando. — E se -A for na polícia?
— Com que provas? — Spencer olhava ao redor delas. — Ninguém viu, lembra? Não tem como provar que estávamos lá, exceto pelo que lembramos. Ninguém viu. Ninguém a conhecia. Talvez Hanna esteja certa. Talvez seja outra coisa. Ou talvez alguém se aproveitou que não andamos mais juntas e imaginou que isso tem a ver com a Jamaica.

Spencer se lembrou de como Wilden tinha olhado para ela durante a festa na noite passada. Qualquer um poderia ter notado que elas não eram mais amigas.

— Eu não vou ser intimidada por isso. — disse ela. — Quem está comigo?
Emily endireitou os ombros e Aria mordeu os lábios.
Em seguida, Hanna levantou os ombros.
— Eu estou com você. A última coisa que eu preciso é outro -A. Ser atormentada é tão ano passado.
— Ótimo. — Spencer disse, esperando a resposta de Aria e de Emily. — E quanto a vocês?

Emily chutou uma pilha de neve suja na calçada.

— Eu simplesmente não sei.
Aria parecia confusa.
— É uma coincidência estranha...
Spencer bateu os braços contra as pernas.
— Acreditem no que quiserem mas não contem comigo para isto, ok? Quem quer que seja este estúpido -A, não faz parte da minha vida. Se vocês forem inteligentes, também não devem permitir isso.

Ela girou nos calcanhares e caminhou de volta para sua casa, seus ombros retos e a cabeça erguida. Era ridículo pensar que -A voltou ou que alguém sabia o que elas tinham feito. O segredo estava enterrado. Além disso, tudo estava indo tão bem na vida de Spencer. Ela não iria deixar -A arruinar seu último ano... E ela definitivamente não deixaria -A afastá-la de Princeton.

Sua determinação se manteve durante cerca de dez passos. Assim que ela chegou na varanda de sua casa, começou a pensar, mesmo contra sua vontade, nas férias na Jamaica. Após o jantar da primeira noite, Spencer foi ao banheiro. Quando ela saiu da tenda, uma menina estava sentada no balcão de frente para o espelho, segurando um balão metálico. Era a loira que Emily jurava ser Ali. Primeiro, Spencer pensou em voltar para a cabine e se trancar lá dentro. Havia algo estranho com aquela menina, ela sorria como se estivesse se divertindo com alguma coisa.

Mas antes que Spencer pudesse escapar, a garota sorriu para ela.

— Quer um pouco? — Ela estendeu um frasco para Spencer, derrubando um líquido no chão. — É rum caseiro e é incrível, uma velha que me vendeu. Você vai amar!
A música da banda que estava tocando no bar vibrava através das paredes finas. O cheiro de banana frita fazia cócegas no nariz de Spencer.
Ela fez uma pausa momentânea. Alguma coisa estava errada.
— Do que você está com medo? — A menina desafiou, como se estivesse lendo a mente de Spencer.
Spencer pegou o frasco e tomou um gole. O gosto do rum queimou seu peito.
— É muito bom.
— Não falei? — A menina pegou o frasco de volta. — Eu sou Tabitha.
— Spencer. — respondeu ela.
— Você estava sentada com aquelas pessoas ali no canto, né? — Tabitha perguntou. Spencer assentiu. — Você tem sorte. Meus amigos me abandonaram. Eles mudaram suas reservas para o The Royal Plantain sem me avisar. Quando eu tentei conseguir um quarto lá, eles estavam lotados. Que droga!
— Isso é terrível. — Spencer murmurou. — Vocês brigaram ou algo assim? Tabitha deu de ombros, como se fosse culpada pelo que os amigos fizeram.
— Foi por causa de um garoto. Você me entende, né?

Spencer piscou. Imediatamente ela pensou no único desentendimento que teve com uma amiga por causa de um garoto. Tinha sido com Ali, sobre Ian Thomas, de quem as duas gostavam. Na noite em que Ali desapareceu, Ali saiu do celeiro e Spencer a seguiu. Ali se virou e disse para Spencer que ela e Ian estavam  juntos. Ian só beijou Spencer porque Ali pediu e ele fazia tudo que ela pedia. Em seguida, Spencer empurrou Ali contra um muro.

Tabitha sorria como se ela tivesse se referido exatamente a essa história.

Mas não tinha como ela saber daquilo, tinha? A luz do banheiro piscou e, de repente, Spencer notou que os lábios de Tabitha viraram para cima nos cantos, assim como os de Ali.
O telefone de Tabitha tocou e a música Hallelujah assustou as duas. Ela olhou para a tela e, em seguida, correu para a porta.
— Desculpe, eu tenho que atender. Vejo você mais tarde?
Antes que Spencer pudesse responder, a porta se fechou. Ela continuou no banheiro, olhando para seu reflexo.

Ela não tinha certeza se deveria fazer aquilo mas pegou seu telefone e entrou no Google para pesquisar nomes de hotéis na Jamaica. Ela mentiu para si mesma culpando o rum pelos batimentos acelerados do seu coração. Mas quando o Google concluiu a busca, Spencer começou a aceitar a sensação desagradável na boca do estômago como nervosismo mesmo. Alguma coisa estava realmente muito errada.

Não havia nenhum Royal Plantain Resort nas proximidades. Na verdade, não existia nenhum hotel chamado Royal Plantain, ou algo parecido, em toda a Jamaica. Quem quer que fosse Tabitha, ela era uma mentirosa.

Spencer olhou para seu reflexo novamente. Parecia que ela tinha visto um fantasma. Talvez ela realmente tivesse visto.

10 - A Star Is Born

No dia seguinte, Hanna foi até a Filadélfia para se encontrar com Patrick. Assim que chegou a estação, ele já estava lá esperando por ela, com um máquina fotográfica pendurada no pescoço. Hanna passou horas escolhendo sua roupa e decidiu usar uma jaqueta de moto cross, um vestido rosa, uma bolsa cravejada de metais que combinava com várias pulseiras. Assim que Patrick a viu, já começou a elogiá-la e dizer que ela tinha tudo para ser uma super modelo.

Patrick falou que eles iriam fotografar ao ar livre e depois no seu estúdio. Os dois foram a pé até o estúdio e pararam para tirar umas fotos perto da prefeitura. Hanna se conteve o máximo que pode para não mostrar o quanto estava deslumbrada com tudo aquilo e a cada elogio de Patrick, ela desejava que Kate ouvisse cada palavra que ele dizia. Enquanto Hanna fazia poses embaixo de um arco, as pessoas que passavam por ali começaram a se aglomerar em volta dela, pensando que ela fosse uma super modelo. Uma senhora perguntou para Patrick para qual revista ele estava fotografando e ele disse que era para a Vogue.

Em seguida, os dois foram para o estúdio de Patrick, que era um enorme galpão, com as paredes forradas com fotos profissionais de editoriais. Hanna amou o lugar, que cheirava a seu perfume favorito. Hanna começou a fazer caras e bocas para a câmera e se lembrou de quando a verdadeira Alison disse que ela era fabulosa. Logo Hanna parou de pensar no elogio, porque sabia que aquela conversa era só um plano de Alison para se fingir de amiga. Desde que Hanna se transformara, ela sonhava que um dia Ali voltaria para ver que ela não era mais aquela menina gorda e desajeitada do sétimo ano. Hanna tirou a jaqueta e jogou os cabelos sobre o rosto. A alça do seu vestido caiu mas ela nem se preocupou em endireitá-la. 

Hanna ouviu alguém tossir e se deparou com uma menina loira de vestido amarelo, que estava atrás dela.


Era a mesma garota que Emily apontara na porta. Ela não parecia em nada com Ali, exceto pela cor do cabelo e pelo olhar.
— Ouvi dizer que o telescópio é incrível. — o hálito da garota cheirava a rum.
— Hum, sim. — Hanna se afastou — Quer ver?
A menina olhou com o canto de olho e se apresentou como Tabitha Clark, de Nova Jersey, e era sua primeira noite no resort.
— A minha também. — Hanna disse rapidamente — é incrível, fomos mergulhar no penhasco esta tarde e amanhã eu vou ter uma aula de ioga. — ela continuou nervosamente.
Hanna não conseguia deixar de olhar para as queimaduras no braço da menina. O que tinha acontecido com ela? 
Tabitha passou a língua pelos seus lábios rosados. O mundo começou a girar. Era possível que Tabitha a reconhecera do noticiário, afinal, milhares de coisas foram publicadas sobre Hanna. Mas uma informação permacia enterrada: o passado de Hanna como patinho feio. Nenhuma foto daquela época vazara para a imprensa. Ela mesma se certificou em revirar a internet para ver se encontrava qualquer sinal daquela época e, para sua sorte, nunca encontrou nada. Como Tabitha poderia saber daquela época? Hanna olhou novamente para Tabitha e levou um susto com a expressão que viu no rosto da garota; parecia o fantasma de Alison parado ali, bem na sua frente.

— Hanna? — a voz de Patrick interrompeu os pensamentos de Hanna. Ela piscou, tentando parar de pensar em Tabitha, mas a voz dela não saia de sua cabeça:
— Eu aposto que você nem sempre foi linda, não é? 

Patrick chamou a atenção de Hanna que, distraida, não percebeu que depois que a alça do seu vestido caiu, seu sutiã ficou a mostra. Ela arrumou a alça, pediu desculpas para Patrick e pediu que ele aumentasse o som para dar continuidade as fotos. Hanna não iria permitir que aquela carta cretina atormentasse sua cabeça.

11 - Emily’s Got A Swimfan

Emily voltou a praticar natação. Ela estava na piscina com Raymond, seu treinador desde sempre. Emily estava disposta a recuperar seus recordes. A piscina estava cheia de nadadores que já haviam conseguido uma bolsa de estudo em alguma universidade. Emily ia e voltava de um lado para o outro da piscina se esforçando para não pensar na carta da noite anterior. 

O treino terminou e Emily viu o sr. Roland sentado na arquibancada. Ele usava um terno cinza e filmava Emily com seu celular. Emily, que estava de maiô, ficou desconfortável em vê-lo. Ela não se sentia a vontade vestida daquela maneira na frente dele, depois do que aconteceu na noite passada. Ela ainda se perguntava se o sr. Roland passou a mão em seu quadril por um descuido ou de propósito. 

Ele se aproximou de Emily e perguntou se ela tinha um segundo. Ele disse que o treinador da UCN queria ver Emily nadando e saber dos tempos dela, por isso ele estava filmando. Ele disse que o treinador se chamava Marc Lowry e queria encontrar pessoalmente com Emily. 

O sr. Roland queria saber porque Emily apresentou os seus tempos do ano passado e não daquele ano, alegando que Marc Lowry iria querer saber o motivo de Emily ter abandonado os treinos.

No ano passado, após alguns treinos, Emily começou a se sentir fraca, sem razão aparente. Um dia ela desmaiou e, outras vezes, sentia seu corpo pesado, como se estivesse todo cheio de areia. Emily decidiu que não iria mais treinar e foi para a Filadélfia, justificando para sua mãe que precisava de um tempo fora de Rosewood depois de tudo o que aconteceu. Porém, quando ela voltou para a casa dos pais, manteve a decisão de não nadar mais. Sua mãe não entendeu nada e a condenou. Depois da temporada que passou com sua irmã Carolyn, Emily não estava mais disposta a competir. Ela enfrentou uma barra na Filadélfia e pediu que sua irmã guardasse segredo. Para surpresa de Emily, Carolyn não abriu a boca.

Emily disse para o sr. R. que parou de nadar por problemas pessoais e não queria falar sobre aquilo. Ele argumentou que Marc iria perguntar a mesma coisa. Emily, então, usou a história de Alison como desculpa. O sr. R. se surpreendeu quando Emily disse que era uma das amigas que Alison tentou matar e se mostrou solidário a ela, marcando o encontro com Marc para sábado. O sr. R. se despediu e Emily ficou feliz com sua ajuda, concluindo que o episódio da noite passada era coisa de sua cabeça.

12 - Finn Dining

A família Kahn organizou uma festa de boas vindas para Klaudia. Quando Aria chegou na casa dos Kahn, vários carros já estavam estacionados por todo o quintal. A sra. K. recebeu Aria e estava vestida com uma roupa finlandesa, que Aria achou meio ridícula. 

Aria foi até a sala e logo viu Klaudia e Noel. Vários alunos de Rosewood Day estavam lá; os meninos só olhavam para Klaudia, enquanto as meninas faziam cara feia e Aria pode perceber que elas estavam falando mal de Klaudia. Aria viu que Spencer também estava na festa, acompanhada de um menino que ela não conhecia, mas as duas não se falaram.

A sra. Kahn sugeriu que Aria se sentasse a mesa com Klaudia. Aria ficou meio sem graça mas não podia destratar Klaudia na presença da sra. Kahn. As duas se serviram e sentaram em uma mesa. As garotas continuavam olhando de cara feia para as duas. Para surpresa de Aria, Klaudia foi super simpática e as duas começaram a conversar sobre a Islândia e um famoso festival de música que acontecia lá e as duas já tinham ido. Klaudia mostrou umas fotos em seu celular para Aria e perguntou se Aria sabia esquiar. Aria disse que não e Klaudia se propôs a ensiná-la. 

Klaudia falou que sentia falta de esquiar e de suas melhores amigas, Tanja e Kalle. Klaudia elogiou o cachecol de Aria, que ela mesma tinha tricotado. Klaudia pediu para Aria ensiná-la a tricotar e Aria adorou o pedido; nunca ninguém tinha pedido isso para ela, as meninas sempre acharam estranha a mania de Aria tricotar. As duas marcaram um encontro na quinta-feira depois da escola. Durante a conversa, Aria viu Noel olhando para elas e percebeu que ela estava se preocupando a toa com Klaudia, com quem deu muitas risadas. As duas comentaram que a roupa da sra. K estava engraçada e, quando o pai de Noel apareceu com uma fantasia de viking, elas não contiveram os risos. Aria ficou feliz em ser amiga de Klaudia.

13  - Seduction And Secrets

Spencer estava na festa dos Kahn com Zack e ele roubou uma garrafa de bebida do carrinho do bar. Quando a irmã de Zack chegou, ela comentou com ar esnobe sobre as meninas de Rosewood Day. Zack sugeriu que eles brincassem de um jogo que ele e a irmã invetaram que chamava Ela Não É O Que Parece. O jogo consistia em escolher uma pessoa qualquer e, se alguém soubesse algum segredo sobre ela, deveria contar. 

Spencer estava gostando de Zack desde que eles se conheceram no restaurante, mas não ia muito com a cara da irmã dele. Os três continuaram bebendo e jogando até quase o final da festa. Durante a brincadeira, Amelia perguntou se Spencer tinha algum segredo e ela estremeceu. Na hora, ela se lembrou da Jamaica, de Princeton e de Kelsey. Certamente, ela não queria que nenhum deles soubesse daquelas coisas.

Zack deu uma carona para Spencer e quando ele estacionou em frente a casa dos Hastings, Spencer esperava que ele a beijasse, mas Amelia azedou o clima entre eles, lembrando que logo eles seriam meio-irmãos. Zack deu um beijo no rosto de Spencer e ela desceu do carro.

Quando estava entrando em casa, ela recebeu uma mensagem no celular. Ela pensou que era de Zack, falando que queria beijá-la mas Amelia atrapalhou. Mas a mensagem não era dele. Quando pegou o celular Spencer ficou sóbria na mesma hora. A mensagem era anônima e dizia: Hey Spence. Na verdade, todo mundo tem segredos. E adivinha? Eu sei o seu. –A

14 - Bffs 4-Evr

Emily estava no refeitório esperando Chloe para almoçar. Quase todas as mesas já estavam ocupadas pelos alunos. Emily viu Aria andando de braços dados com Klaudia. Hanna estava sozinha e com cara de poucos amigos. Spencer conversava com Scott Chin. Mas elas não se cumprimentaram. Emily ficou triste com a situação até Chloe chegar.

As duas foram se servir e Emily deu dicas de quais comidas eram boas e se lembrou da época de Ali, em que todas elas comiam pretzels porque era a sobremesa favorita de Ali. Pouco tempo depois, todas as meninas estavam comendo pretzels para imitar Ali.

Chloe mostrou para Emily uma foto de Grace e disse que a irmãzinha salvou o casamento dos seus pais. Chloe falou que antes da irmã nascer, os pais meio que estavam em crise por conta de uns boatos de infidelidade. Chloe falou que a mãe era muito escandalosa e ela acabou ouvindo mais coisas do que gostaria. Emily perguntou se o casamento deles estava bem agora e Chloe disse que sim. A atitude do sr. Roland não saia da cabeça de Emily.

No meio do almoço Ben, ex-namorado de Emily, se aproximou da mesa e começou a provocar Emily, dando indiretas de que ela era lésbica. Emily expulsou Ben da mesa e contou a verdade para Chloe, que se mostrou super compreensível. Em disse que Ben a odiava porque ela o trocou por uma garota. Chloe quis saber quem era a menina mas Em disse que ela não tinha sido muito importante nem seu primeiro amor. Em, então, se lembrou de Ali e seus pensamentos voltaram para a Jamaica. Ao sair do banheiro, Emily ouviu uma voz:



— Ei. — a garota disse com uma voz familiar.
Emily olhou. Era a menina que ela havia visto na entrada do salão, que ela achava que era Ali.
— O-oi?
— Eu sou Tabitha. — a menina estendeu a mão coberta de cicatrizes — Eu vi você me olhando do outro lado da sala. Você frequenta a minha escola? 
— Eu acho que não. — Emily respondeu. Ela não conseguia parar de olhar para Tabitha e não conseguia decidir se ela se parecia ou não com Ali.
— Quer tirar uma foto? — Tabitha inclinou a cabeça. — Ela vai durar mais tempo.
— Desculpe, é que eu sinto que eu te conheço de algum lugar. 
Emily desviou o olhar.
— Talvez conheça. — Tabitha piscou — Talvez já nos conhecemos de outra vida.
Uma música da Ke$ha começou a tocar, os olhos de Tabitha se iluminaram.
— Eu amo Ke$ha! — ela gritou e agarrou a mão de Emily. – Dance comigo!
Dançar com ela? Uma coisa era a menina lembrar Ali, mas agora ela estava agindo como ela. Ainda assim, Emily não podia resistir. Hipnotizada, ela deixou Tabitha a levar para a pista de dança. No meio da música, Tabitha tirou uma foto delas com seu telefone. Ela prometeu mandar a foto para Emily, mas nunca mandou.

Emily voltou a realidade quando Chloe jogou um pedaço de biscoito em uma menina, que reclamou com um outro garoto. As duas começaram uma guerrinha de comida e a inspetora chamou a atença delas. Emily e Chloe explodiram em gargalhadas. Emily ficou feliz em ter um nova amiga e percebeu que não sentia aquela sensação há muito tempo.

15 - Hanna Marin, Role Model

Hanna estava no escritório oficial da campanha de Tom, que ficava em um edifício comercial. A sala estava lotada e todos estavam ali para assistir ao primeiro comercial de Tom. Jeremiah gritava, dando ordens para as pessoas se sentarem. Kate e Isabel chegaram. Como sempre, Hanna achou o bronzeado de Isabel exagerado mas gostou da roupa de Kate.

Kate se aproximou de Hanna perguntando se ela estava pronta para ver o comercial. Hanna disse que sim e aproveitou para falar que ela tinha começado sua carreira de modelo. Kate ficou visivelmente incomodada com a história de Hanna.

Hanna passou o dia trocando mensagens com Patrick e esperava que ele estivesse no evento, mas ele não estava. Hanna tinha se apaixonado por Patrick nas últimas vinte e quatro horas e começou a sonhar com os dois ganhando fama em NY. 

Durante a exibição do comercial, Hanna se surpreendeu ao ver que apareceu mais do que Kate, que praticamente não teve falas. Após a exibição, Jeremiah se aproximou de Hanna e deixou claro que o destaque que Hanna ganhou foi contra sua vontade. A conversa foi interrompida por duas mulheres que Hanna não conhecia. Eram Pauline Weiss, da Consultoría Weiss, e Tricia McLean, do Wright Focus Groups. As duas estavam trabalhando na campanha de Tom e elogiaram Hanna, dizendo que ela fotografava bem e que os eleitores a admiravam, por causa da história de Alison. 

Hanna ficou chocada ao saber que ela era um fator favorável na companha de Tom e despertava simpatia nos eleitores, ao contrário de Kate, que não foi elogiada. Kate ficou indignada com o destaque de Hanna e falou que não sabia como era possível as pessoas gostarem dela depois dela ter sido acusada de matar a melhor amiga. Tom repreendeu Kate dizendo que Hanna foi acusada mas não matou a melhor amiga e que Kate teria um conselheiro para orientá-la nas propagandas a fim de despertar a simpatia dos eleitores.

Hanna não acreditava no que estava acontecendo. Pela primeira vez ela viu Tom dar uma bronca em Kate e amou que as duas assessoras a elogiaram na frente dela. Hanna não cabia em si de tanta felicidade até que seu celular fez um barulho de mensagem. Rapidamente, ela enfiou a mão na bolsa, ansiosa para que a mensagem fosse de Patrick. Mas não era. A mensagem era de alguém anônimo. Hanna gelou. Não. Isso não poderia estar começando de novo. Não agora.

O que acontece na Jamaica fica na Jamaica? Acho que não.
O que papai dirá sobre isso? –A 

16 - What A Cute Little Peikko Aria Is!

Aria e Klaudia se encontraram e foram a uma loja que vendia roupas e acessórios para esquiar na neve. As duas começaram a experimentar óculos e chapéus engraçados e tiraram fotos. Klaudia viu uma roupa amarelo neon e falou para Aria experimentar, que talvez Noel a acharia bonita usando aquilo. Aria voltou a ter dúvidas quanto a Noel e se perguntou se ele tinha falado sobre ela para Klaudia. Novamente, Aria se lembrou da época em que Ali dizia que Aria era muito esquisita e nem daqui a milhões de anos Noel olharia para ela.

Aria constantemente se perguntava se Noel era o tipo de garoto que ela gostava. Muitas vezes ela se sentia entediada nas partidas de lacrosse e durante as festas que ele fazia na sua casa. Mas Aria reconhecia que Noel tinha feito mais esforço do que ela para a relação dar certo. Noel a acompanhava em saraus de poesia e não reclamava de comer em restaurantes de comidas típicas. Aria reconhecia que ela poderia ter sido uma namorada melhor para Noel. Ao se lembrar do que aconteceu na Islândia, ela parou de pensar em Noel e foi provar a roupa que Klaudia tinha separado para ela. 

Depois que vestiu a roupa, Aria abriu o provador e chamou por Klaudia, que estava afastada, olhando outras peças. Aria viu um telefone no meio dos provadores e logo reconheceu que era de Klaudia, porque tinha uma bandeira da Finlândia. Aria pegou o telefone e, sem querer, acabou vendo umas mensagens de Klaudia com sua amiga, Tanja. Apesar da mensagem ser em finlândes, Aria reconheceu seu nome e o de Noel, que estava escrito em várias frases. Aria ficou tensa com o telefone em suas mãos; ela queria bisbilhotar mas era estranho fazer aquilo, já que ela e Klaudia estavam se dando bem.

Aria viu que seu nome na frase: Aria on peikko. Ela ficou se perguntando se aquilo seria um elogio, uma gíria ou qualquer coisa sem muita graça. De repente, Klaudia bateu na porta do provador e Aria se assustou. Ela abriu a porta e devolveu o celular para Klaudia, falando que estava no chão e ela ficou com medo de alguém pisar. Klaudia não deu muita importância; pegou o telefone e jogou na bolsa. 

Aria voltou para o provador e não se conteve. Ela pegou seu celular e digitou no tradutor o que viu escrito na mensagem de Klaudia:

Noel merece algo melhor, dizia a tradução da mensagem de Klaudia. Ele é um americano tão lindo e sexy, e precisa de uma garota de verdade.


Como você? Tanja escreveu. Klaudia respondeu com um emotion piscando.

O estômago de Aria revirou. Aquilo era sério? Não contente, ela quis traduzir a palavra peikko.

Peikko significava duende. Aria não queria acreditar naquilo. Ela começou a suar frio e Klaudia perguntou se estava tudo bem. Aria disse que sim, até seu celular fazer um bipe de mensagem:



Cuidado, Aria. Acho que você tem uma concorrente. 
Afinal, ambas sabemos que Noel tem uma queda por loiras. Mwah! -A