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sábado, 8 de dezembro de 2012

1ª ed. Livro vs Série: Considerações Finais

A seção Livro vs Série está acabando e o último post vai ser sobre a personagem responsável por toda a bagunça que virou Rosewood e a vida das Liars do avesso: Alison DiLaurentis! 

Antes do post sobre Ali, vamos fazer algumas considerações sobre essa seção. A resenha sobre o oitavo livro, Perigosas, já havia sido publicada no blog na época do lançamento do livro no Brasil. Por isso, vou deixar o link e não publicar novamente, ok?

A seção abordou apenas os oito livros da saga porque são esses livros que foram publicados no Brasil. Embora tenha downloads e traduções livres dos outros volumes disponíveis na internet, o blog prefere esperar pelo lançamento do livro impresso para dar continuidade aos posts.

Fiz essa série de postagens para passar o tempo durante o hiatus da série, que começou após o episódio de Halloween. A intenção nunca foi fazer comparações entre a série e os livros no quesito de qual é melhor, mas sim avaliar como a história foi adaptada. Os posts foram divididos em duas partes considerando a revelação dos -As como marco para dividir os acontecimentos.

A primeira parte abordou os quatro primeiros livros e a segunda parte, os quatro últimos. Pelo que vimos na série, muitos personagens sofreram mudanças extremamente relevantes nesse processo de adaptação e o que vimos até o episódio 3x13 foi narrado, em maior parte, até o quarto livro. Então, vamos fazer um resumo destacando, em tópicos, tudo o que foi abordado nos posts comparado com o que vimos na série:

  • O tempo entre o desaparecimento de Ali e a descoberta do seu corpo é de três anos nos livros e de um ano na série. Esse é o tempo que Aria passa na Islândia e o tempo que -A espera para começar a agir;
  • As Liars se beneficiaram muito na adaptação para a série. Nos livros, não bastasse o tormento causado por -A, elas não tem um momento sequer de paz. Nada as favorece e elas não continuam amigas após o sumiço de Ali. Na série, elas sofrem - mas também se dão bem - e a amizade entre elas fica cada vez mais forte;
  • Mona morre no quarto livro após se revelar a primeira -A. Durante um briga com Spencer, na Pedreira do Homem Flutuante, ela cai de um penhasco e fica presa entre duas pedras. Na série, ela se revelou a primeira -A e surpreendeu a todos ao revelar que existe um time de -As. Como sabemos, após uma temporada no Radley, ela está de volta a Rosewood e, pelo que vimos nas promos, ela continua sendo uma das encapuzadas;
  • Toby tem uma passagem relâmpago no livro 2. Na série, seu personagem começou como nos livros e xocou  todo mundo ao se revelar como um dos membros do ATeam. Sabemos que ele será desmascarado na fase 3B. Seu fim foi trágico no livro. Seria interessante a série dar um fim em Toby igual ao do livro. Muitas pessoas não acreditam que ele é do mal e que sua participação no time tem um lado bom. Baseado nessa opinião, ficaria interessante Toby confessar que se juntou ao time para proteger Spencer e, depois de ser desmascarado, ele tenta se explicar mas Spencer não quer ouvir. Arrependido, ele se mata ao perceber que cometeu um erro irreparável;
  • Jenna é outra que, nem de longe, parece com a personagem dos livros. Dá pra acreditar que, nos livros, ela é conformada com sua cegueira e ainda agradece o acidente, sem guardar nenhum rancor das Liars? Na série, ela foi a personagem que mais sofreu mudanças e permanece uma incógnita. Voltou a enxergar, está namorando Noel e só quer saber de se proteger. Eu aposto muitas fichas que ela é uma personagem muito importante para o desfecho de todos os mistérios;
  • Ezra fecha o trio de personagens que ganhou destaque na série. Pouco citado nos livros, o professor some após ser preso pelo envolvimento com Aria e, durante o tempo em que esteve na cidade, se encontrava com  ela apenas quando era conveniente. Tanto que nos livros, Ezra é citado como a pessoa que Aria sempre quis se relacionar e não como namorado dela. Na série, ele não só assumiu o romance, como nos apresentou sua problemática família e sua ex-namorada com um suposto filho. Aqui no Brasil, encabeça a lista de personagens que todos amam odiar e protagoniza infinitas teorias que o ligam ao ATeam;
  • Wilden, Melissa, Jason, Ian, Maya, Noel, Mike, Meredith, Sean, Byron, Ella, os Hastings, Ashely, Kate, Isabel, Noel, Ben e Wren: todos aparecem na série como apareceram no começo da narrativa. Maya foi a única que morreu (para nossa sorte) e ficou infinitas vezes mais chata com a adaptação. Nos livros, continua viva, mas sem incomodar. Alguns desses personagens mantiveram o caráter duvidoso e outros amenizaram suas características negativas; 
  • Garrett, Caleb, PigSkin e CeCe são alguns dos personagens secundários que não existem nos livros mas que movimentam a série com passagens narradas nos livros protagonizadas por outros personagens. Andrew Campbell, namorado de Spencer nos livros, vai aparecer na fase 3B;
  • O sanatório Radley, nos livros, foi desativado e transformado em um luxuoso hotel. Na série, continua funcionando e bem movimentado por personagens pra lá de suspeitos;
  • A Jenna Thing foi invertida na adaptação, mas sua consequência dramática foi mantida. Jenna ficou cega por conta do plano que deu errado e Toby foi o culpado. Como vimos, a bruxa da história é Jenna e o pobre Toby foi incriminado injustamente;
  • Nos livros, ficamos sabendo como Hanna e Mona se tornaram melhores amigas. Na série, conhecemos as duas aprontando no shopping e sabemos que se tornaram amigas depois que Ali morreu; no entanto, nunca foi mencionado como foi que elas se aproximaram. Nos livros, ficamos sabendo como Ali e as Liars ficaram amigas e na série ainda não vimos nada sobre o começo da amizade. A Cápsula do Tempo, evento fundamental para o começo de tudo, ainda não foi abordado;
  • Vários lugares que servem de cenário para acontecimentos importantes nos livros não ganharam muito destaque na série, como o restaurante Rive Gauche, o Country Club e o Shopping King James. A série preferiu se concentrar em Rosewood Day e na casa das Liars.


Fatos resumidos, comparações feitas, personagens e passagens destacadas. Chegou a hora, finalmente, de falarmos sobre quem foi a responsável por toda essa história que nós amamos. Chegou a hora de falarmos sobre ela e apenas dela. Alison DiLaurentis!


Resenha Impiedosas #7

Já imaginou -A como um aliado das Liars? Já imaginou -A tentando solucionar o caso do assassinato de Ali porquê também sofre com essa incógnita? Já imaginou -A enviando mensagens com instruções para que as Liars desmascarassem algumas pessoas em Rosewood para que todos possam ter paz?

Claro que nunca imaginamos, afinal, depois de Mona atropelar Hanna, seríamos loucos de pensar que qualquer -A quisesse o bem das Liars. Mas, por incrível que pareça, essas possibilidades passaram pela cabeça das meninas.  -A realmente se comportou como um aliado ao mandar mensagens para desmascarar algumas pessoas em Rosewood. -A queria solucionar o assassinato de Ali de qualquer maneira. -A realmente abriu os olhos das Liars para muita coisa, a ponto delas mesmas acreditarem que ele estava do lado delas.  

Centrado na ambiguidade das mensagens de -A é que se desenrola Impiedosas.







O livro começa com os acontecimentos seguintes ao incêndio na propriedade dos Hastings. A polícia e a mídia estavam mais enlouquecidas do que nunca. Sem nenhuma novidade no caso DiLaurentis, as confusões em que as Liars se meteram eram um prato cheio para novos escândalos. A essa altura, o assassinato de Ali já era de conhecimento do país inteiro e as Liars, de amigas sofredoras da vítima, passaram a acusadas de matar a melhor amiga. As belas mentirosas, como passaram a ficar conhecidas, bombardeavam televisão, jornais e revistas. 

Depois de afirmarem terem visto o corpo de Ian na floresta, as meninas perderam a credibilidade perante a polícia, a mídia e a opinião pública. Se restava alguma chance de alguém voltar a se sensibilizar com elas, essa chance virou, literalmente, fumaça após o incêndio na casa dos Hastings. As meninas estavam convictas de que a pessoa estranha, que usava uma capa e quase morreu queimada não fosse a ajuda delas, não era tão estranha assim. Aliás, não era nem um pouco estranha. Era Alison.

Passado o susto, elas mesmas se questionaram se aquilo não tinha sido uma alucinação. A possibilidade de ter visto Ali viva na floresta era tão surreal que elas mesmas duvidavam do que tinham visto, decidindo esquecer aquilo. 

Emily foi a única que se recusou a esquecer. Ela sabia que não tinha nada de alucinação ou fantasia no que ela tinha visto. Ela não fazia a menor ideia de como aquilo era possível, mas ela tinha absoluta certeza de que era Ali que estava na floresta. Ela tinha tanta certeza que contou para Wilden o que vira, despertando a ira das outras três Liars

E claro que, diante de uma bomba como essa, -A não perdeu tempo e começou a enviar mensagens para finalizar seu plano. As mensagens que as meninas começaram a receber eram diferentes das outras. -A parecia estar do lado delas, demonstrando também estar disposto a tudo para encontrar o assassino de Ali. Para isso, seu jogo mudou: em vez de mensagens com ameças, traçou uma missão para cada uma das meninas. Mas elas teriam que pensar um pouquinho. -A começou a enviar pistas sobre o assassino de Ali e orientou as meninas a manterem segredo sobre as mensagens e ao que estavam fazendo. Assim, elas conseguiriam provas para incriminar o assassino de Ali.

Tão absurdo quanto o comportamento de -A, foi o que aconteceu na família Hastings. Após o incêndio, Spencer estava apenas esperando ouvir os pais dizerem que ela não era mais bem vinda em casa. Ela estava tão decepcionada com o golpe de Olívia que não queria deixar aquela história sem fim. Ela precisava saber se aquela mulher realmente era sua mãe. Sua aflição era tamanha que ela decidiu contar tudo aos pais.

Ela contou toda a história, desde quando Melissa sugeriu que ela podia ser adotada, após a leitura do testamento de sua avó, até constatar que sua conta bancária estava zerada, após combinar o encontro com Oliver em Nova York. Para seu espanto, seus pais reagiram de uma maneira totalmente diferente do que ela imaginou: eles se sensibilizaram com o sofrimento de Spencer e se mostraram dispostos a recomeçar a relação pai e filho com ela e contaram a verdade sobre Olivia. Verônica e Peter queriam mais um filho, mas uma gravidez seria um risco para ela. O casal, então, optou por uma barriga de aluguel e escolheu Olivia, após avaliar uma série de candidatas. Olivia exigiu dinheiro e no final da gravidez passou a querer mais. Os Hastings pagaram e conseguiram se livrar dela.  Alguns familiares não gostaram da ideia e romperam os laços com eles, inclusiva Nana, que não considerava Spencer como uma neta natural. 

Spencer se sentiu muito aliviada e agradeceu por não ser filha natural de uma charlatã como Olivia. O sentimento de culpa que ela carregava desapareceu quando seus pais se dispuseram a começar de novo. Ela não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Para completar, Andrew continuava ao seu lado.

Ao contrário da casa dos Hastings, o clima só piorou na casa de Hanna. Ela já estava no limite depois que Tom a obrigou a andar grudada em Kate. Pelo menos ela estava com Mike e essa foi a única coisa boa de toda a história.

Quando Hanna pensou que sua vida estava, aos poucos, voltando ao normal, uma surpresa: Tom, Isabel e Kate apareceram na porta do seu quarto para dar uma notícia, que, para eles, era o melhor a fazer. Depois de uma troca de emails com o diretor de Rosewood Day, Tom decidiu que Hanna passaria um tempo em uma clínica de reabilitação para se recuperar do stress pós traumático que ela estava vivendo. Aconselhado pelo psicólogo do colégio, Tom achou muito adequada a internação da filha. Sem escolha, Hanna foi contra sua vontade para a Preserve e exigiu que todos mantivessem absoluto sigilo sobre seu paradeiro. Apenas Mike saberia. 

Na clínica, Hanna ficou isolada de tudo e de todos. Quando chegou lá, ficou sabendo que iria dividir o quarto com outra paciente. Para Hanna, a única coisa que seria bom durante a internação seria que ela estava livre de -A, porque na clínica era proibido celular, computador, revistas e qualquer meio de comunicação com o mundo de fora. Quando chegou, Hanna conheceu três meninas de quem se aproximou. As garotas se chamavam Ruby, Alexis e Tara e tinham aparência de perdedoras. Apesar desse detalhe, elas trataram Hanna muito bem e não aparentavam ter problemas mentais.

Hanna demorou um pouco para conhecer sua companheira de quarto, que se chamava Iris. Quando a conheceu, Hanna adorou. Ela era linda e tinha tudo a ver com Hanna. Iris falou para Hanna que as três garotas que ela conheceu eram loucas e perdedoras e avisou que ela não andava com loucas. Como Hanna não tinha nenhum problema mental, ela decidiu que não falaria mais com as três e que Iris era a companhia ideal. Iris era a garota que comandava a clínica, ela e Hanna se identificaram logo de cara. Iris mostrou para Hanna uma sala secreta em que elas podiam ler revistas e passar o tempo. Iris sabia a senha para entrar na sala. As duas ficaram grudadas e Hanna passou a ignorar as três meninas que foram sua companhia no começo.

Aria estava na casa de Byron e Meredith. Toda vez que via alguma notícia sobre ela mesma ou Ali, voltava a se questionar sobre a menina que vira na floresta. Ela não tinha dúvidas que era Ali, mas não sabia explicar como a amiga se materializou na floresta. 

Apesar de ter concordado que aquilo era alucinação, ela não estava 100% convencida que a visão fora um delírio. Para Aria, só tinha uma explicação: como Ali estava enterrada, o que elas viram foi o seu espírito. Só assim aquela aparição poderia ser explicada. 

Aria perguntou se Byron acreditava em fantasmas. Ele não respondeu que sim mas falou que as vezes algumas coisas não tem uma explicação racional. A resposta foi suficiente para Aria procurar um médium ou alguém que pudesse se comunicar com espíritos.

Como primeira tentativa, Aria foi a uma cidadezinha próxima a Rosewood. Ela não estava muito a vontade com o que encontrou e quase desistiu de conversar com o médium quando encontrou Noel no lugar. Ela não fazia ideia do motivo de Noel estar ali. Durante a consulta, o médium disse que Ali estava na sala e começou a transmitir algumas mensagens para Aria. Tudo fazia sentido até a parte em que Ali falou que Aria queria roubar seu namorado. Aria saiu da sala correndo e foi até o banheiro. Noel a seguiu e a acalmou. 

Noel gostava de Aria e ela já sabia disso porque Mike havia lhe contado. Ela não entendia muito bem porque um garota como Noel gostava de uma menina como ela. Apesar da resistência inicial, Aria cedeu e aceitou o convite de Noel para uma festa na banheira na casa dos Kahn. 

Durante a festa, umas meninas provocaram Aria sobre as notícias que saíam sobre as belas mentirosas. Noel a defendeu e a levou para o quarto. Durante a conversa, ele revelou o motivo de estar no médium. Noel perdera um irmão e queria se comunicar com ele. Ninguém sabia disso e a história tocou Aria, que passou a vê-lo com outros olhos. Noel se ofereceu para apresentar um outro médium para Aria e ela aceitou. Só que a consulta teria que ser feita no local em que a pessoa morreu. Nesse caso, o quintal dos DiLaurentis.

Já Emily tinha certeza absoluta de que a menina na floresta era Ali. Como -A sabia dos seus sentimentos por Ali, designou-a para uma missão fora de Rosewood, onde ela iria descobrir uma pista muito importante sobre o assassino de Ali. Ela deveria pegar um ônibus até Lancaster e se passar por uma amish em uma comunidade. -A também a orientou a procurar por Leah

Emily não pensou dua vezes. Mentindo que iria viajar com outros jovens da igreja, ela seguiu para Lancaster e foi até a comunidade amish. Lá ela encontrou Leah e se comportou como uma amish. Emily se sentia um pouco mal por enganar as pessoas que a receberam tão bem. Mas valia tudo por Ali. Ela conheceu Leah e queria saber tudo sobre ela. -A falou que ela seria útil, mas Emily não fazia ideia de como Leah poderia ajudar a descobrir o assassino de Ali. 

Conversando com Leah, Emily descobriu que ela tinha uma irmã que morreu após deixar a comunidade amish por causa de um namorado. A família de Leah era contra o relacionamento e a irmã de Leah não deu ouvidos a ninguém e foi atrás do namorado, que, segundo a família, era violento com ela. Emily ficou chocada com a história e se xocou ainda mais quando foi até o túmulo da irmã de Leah. Ela imediatamente reconheceu a estrela símbolo dos amish que estava na lápide da irmã de Leah. Emily vira aquela estrela em outra oportunidade. E não foi em uma comunidade amish. Foi no corpo de Darren Wilden, que para seu espanto, era o ex-namorado da irmã de Leah.

Enquanto Emily dava como resolvido o caso de Ali, as outras Liars se deparavam com situações cada vez mais bizarras. Aria foi até o quintal dos DiLaurentis para conhecer a médium que Noel havia falado. Ela se chamava Esmeralda e tinha uma aparência que deixou Aria assustada. Diante do buraco em que o corpo de Ali foi encontrado, Esmeralda entrou em transe e pediu um pedaço de papel para Aria, onde escreveu Ali matou Ali. O bilhete fez Aria pensar que Ali tinha se matado e ela se sentiu culpada por estar com raiva da amiga na época, por isso ela resolveu ir até o cemitério para desabafar no túmulo de Ali e pedir perdão por ter a ignorado nas semanas que antecederam sua morte. Talvez Ali estivesse com problemas pessoais ou familiares e precisava das amigas para superar.

Perto da casa dos DiLaurentis, onde Aria tinha concluído que Ali tinha se matado, Spencer seguia as instruções de -A e revirou o escritório do pai. No livro do ano da faculdade de Peter, não só a imagem do pai era familiar a Spencer. Ela reconheceu a mãe e o pai de Ali. As surpresas não pararam por aí: Spencer fuçou no computador do pai e descobriu uma troca de mensagens que foram trocadas com Jessica DiLaurentis, mãe de Ali. De repente, tudo começou a fazer sentido. Ela nunca entendera porque Verônica e Peter não se davam bem com os DiLaurentis. Ali constantemente alfinetava os pais de Spencer. Para ela, as provocações não passavam da inveja de Ali por Spencer ser mais rica. Era uma bobagem dar ouvidos àquilo. Até agora.


Spencer precisava encontrar seus pais e esclarecer de uma vez por todas tudo o que não sabia sobre sua família. Ela estava farta de não saber de nada. Estava cansada de ouvir Melissa coxixar com sua mãe durante toda a semana. Mas ela também estava com medo do que poderia ouvir. Spencer continuava se comunicando com Ian pelo msn. Ele contou para ela que Melissa havia mentido no depoimento que deu a polícia na época do sumiço de Ali e Melissa sabia que Ian a traia e já dera várias deixas para Spencer que indicavam que ela não deixou barato as traições que sofreu. Spencer não conseguia esquecer o diálogo entre Verônica e Melissa quando Ali despareceu: "vamos esquecer aquela noite". Agora, as coisas pareciam se encaixar, de uma maneira que deixou Spencer atordoada. Ela precisava esclarecer os fatos; precisava de uma explicação para tudo que descobrira. Seus pais haviam marcado um jantar naquela noite e a esperavam no restaurante. Essa seria a oportunidade ideal para esclarecer tudo. Spencer foi ai restaurante na hora marcada e lá iria por um fim em toda aquela história. 


Na clínica Preserve, Hanna estava mais amiga do que nunca de Iris. Ela ignorava suas antigas três amigas fracassadas, principalmente Tara, que era gorda e tentava de todas as maneiras uma conversa a sós com Hanna, sem sucesso. Hanna só tinha ouvidos para Iris. As duas passavam as tardes dentro da tal sala secreta que Iris sabia a senha. Só havia uma coisa que Iris que incomodava Hanna: ela era obcecada por sua ex-colega de quarto, Courtney. Iris constantemente falava de Courtney, que havia lhe dado a senha do quarto secreto. Hanna se incomodava com as histórias que Iris contava sobre a ex-amiga, que parecia ser linda, loira e magra. Mas Iris revelou que, apesar de terem sido melhores amigas, ela se decepcionou com Courtney. Ela disse que estava na clínica para curar uma pequena depressão; mas na verdade tinha problemas muito sérios. Hanna não quis perguntar mais sobre Courtney porque tinha medo de revelar o drama que vinha passando e Iris se afastasse dela. 


Durante uma tarde em que estavam na sala secreta, Hanna estava lendo umas revistas enquanto Iris desenhava na parede. Quando Iris terminou o desenho, Hanna levou um susto. Na parede estava desenhado um poço dos desejos com a letra A, o mesmo poço que Ali desenhara no pedaço da bandeira que as meninas planejaram roubar anos atrás e que Hanna desenhara na bandeira que achara na cafeteria. Hanna estava perplexa e exigiu uma explicação de Iris. Ela falou que viu o desenho em um pedaço de pano na bolsa de Hanna e era verdade; Hanna levara a bandeira para a clínica e explicou para Iris sobre a brincadeira da Cápsula do Tempo.


Passado o susto, Hanna teve um sonho com Ali. Durante o tempo que estivera em coma, Hanna sonhava constantemente com Ali, que sempre tentara lhe dizer algo nos sonhos. Dessa vez não foi diferente. Ali alertava Hanna sobre uma pessoa na clínica que queria fazer mal para ela. Ali estava aflita e falava que já havia sido machucada por aquela pessoa. Ela pedia que Hanna tomasse cuidado. Apesar dos avisos, Hanna não conseguiu desvendar quem era a pessoa que Ali falava.


Durante uma atividade que se chamava TG (terapia de grupo), Tara tentou falar com Hanna longe de Iri,s mas foi ignorada. Para Hanna, Tara e as outras meninas tinham inveja de Iris porque ela era magra e linda.


Durante a terapia, as pacientes deveriam se apresentar e contar seus problemas para o grupo. Para o espanto de Hanna, Tara começou a falar em voz alta sobre Mona e Alison. Hanna estava perplexa e exigia uma explicação de Tara, que confessou ter tomado conhecimento da história através das revistas. Tara mostrou uma edição da revista People em que as Liars estavam na capa e eram acusadas de matarem Ali. Rapidamente, a médica tomou a revista de Tars e Iris deixou bem claro para Hanna que não seria mais sua amiga, afinal ela não andava com loucas e Hanna havia mentido sobre a razão de estar ali. 


Hanna tentou se explicar mas Iris não cedeu. Dentro do quarto, Hanna ficou ainda mais atordoada: ela viu uma revista na bolsa de Iris que tinha uma matéria falando sobre sua estada na clínica. Era um relatório completo da rotina de Hanna, com absolutamente tudo o que ela fazia e os remédios que tomava. Alguém estava passando todas as informações para a imprensa. Alguém que estava muito próximo de Hanna. 


Até aqui, contamos o que acontece com cada uma das meninas. Como foi dito no começo do post, -A enviou mensagem para cada uma delas com pistas que as levariam a descobrir alguns segredos de pessoas que poderiam estar envolvidas na morte de Ali. A única que não recebeu mensagem foi Hanna, que trocou o número do celular. Como as meninas estavam com credibilidade zero e viraram piada após Emily ter contado a polícia que viu Ali na floresta, elas estavam desesperadas para por um fim nessa história e voltarem a terem paz. Isso era tudo o que -A queria.

Realmente as pistas enviadas para as meninas revelavam muita coisa que elas não sabiam, mas que não fariam nenhuma diferença para descobrirem o assassino de Ali. -A queria que cada uma das meninas concluísse que o assassino de Ali era uma pessoa diferente e que elas denunciassem essa pessoa a policia. Cada uma das Liars chegou a uma conclusão e no exato momento em que elas estavam convictas de quem era o assassino de Ali, a polícia estava atrás de cada uma delas, com uma denúncia grave - e com provas - de que eram elas as responsáveis pelo assassinato de Ali. Como isso foi possível? Vamos explicar agora:

Após ver o túmulo da irmã de Leah e saber que o ex-namorado dela era Darren Wilden, Emily deixou a comunidade amish pronta para ir a delegacia e denunciar o policial. Quando estava no ônibus de Lancaster para Rosewood, -A enviou uma mensagem orientando Emily a ir até a delegacia e entrar na sala de provas, onde acharia as provas necessárias para incriminar Wilden. -A avisou que deixara a porta aberta para Emily e com o que ela encontrasse ali, conseguiria condenar Wilden. Desesperada, Emily foi até a delegacia e encontrou o cenário que -A havia descrito. Ela só não contava que seria flagrada por um policial e presa por invadir a sala de provas. De nada adiantou Emily suplicar para que acreditassem que ela era inocente e Wilden um assassino. Ela acabara de ser flagrada dentro de uma sala da delegacia em que estavam arquivos confidenciais. A única criminosa ali era ela.

No cemitério, diante do túmulo de Ali, Aria encontrou um outro membro da família DiLaurentis que estava bem vivo. Após alguns dias sem mandar notícias, Jason estava diante de Aria. O último encontro dos dois não fora dos mais amistosos. Jason queria explicar o motivo do seu comportamento estranho mas não teve tempo. A polícia apareceu e interrompeu a conversa para solucionar uma denúncia feita há pouco tempo por Jason. Segundo a polícia, Aria era cúmplice de Ian e sabia do seu paradeiro. 


Na noite em que encontraram o corpo de Ian na floresta, Aria encontrou o anel de formatura dele e guardou em sua bolsa. Mas devido aos acontecimentos que sucederam aquele incidente, ela esquecera completamente de dar um fim no anel. Agora, a polícia estava atrás dela porque Jason havia telefonado para a delegacia contando que Aria estava no cemitério e que guardava o anel. Aria ficou estarrecida com a cena. Ela não conseguia acreditar que Jason havia feito aquilo, embora ele afirmava nem saber o motivo da polícia estar ali. Sabendo ou não, a denúncia estava feita e confirmada. Aria guardava o anel na bolsa e estava presa em flagrante.


Spencer foi até o restaurante para encontrar com sua família. Ela não estava lá para comemorar o que quer que os Hastings tivessem para celebrar. Ela queria respostas. Spencer exigiu que Peter se explicasse sobre as mensagens com Jessica DiLaurentis, mãe de Ali. Ela também queria ouvir da boca de Verônica e Melissa o que tanto elas coxixavam naquela semana e as frases soltas que ouvira na época do desaparecimento de Ali. Com todos reunidos, inclusive Andrew, Spencer ouviu do próprio pai que ele teve um caso com Jéssica e que ele era o pai de Ali. Uma enorme quantidade de dólares comprou o silêncio dos DiLaurentis a ponto de nem Verônica saber a verdade. No exato momento em que os pais de Spencer discutiam em frente ao restaurante, a polícia chegou decretando a prisão de Spencer, acusada de manter contato com um foragido da polícia. As mensagens que ela trocara com Ian estavam nas mãos da polícia e não havia como negar seu envolvimento com ele.


Na Preserve, Hanna demorou um pouco para entender de quem Ali falava no sonho. A pessoa que tentou machucá-la e que agora queria fazer o mesmo com Hanna estava muito próxima dela. Só havia uma única pessoa que poderia ter passado o relatório completo de Hanna na clínica para a imprensa. A mesma pessoa que contrabandeava revistas para dentro da clínica era a mesma que passava informações para fora de lá. Não, essa garota não era a gorda fracassada da Tara mas sim a colega de quarto de Hanna, Iris. Ao constatar que Iris conhecia Ali e podia ter feito mal a ela, Hanna saiu desesperada pelos corredores da Preserve a procura de Iris. Ao encontrá-la Hanna exigiu que Iris explicasse como ela conhecia Ali e sabia de toda a história. Como ela sabia dos desenhos no pedaço da bandeira e de outros fatos que somente Ali poderia ter contado. Iris não cansava de repetir "Eu sou Iris e sou fabulosa", o mantra que Hanna aprendeu com Ali. A polícia também estava ali a procura de alguém e isso era tudo o que Hanna mais queria: a polícia pronta para prender Iris, a assassina de Ali. No entanto, quem acabou algemada foi Hanna.


Pronto. -A conseguiu completar sua missão com louvor. As quatro meninas estavam na delegacia, isoladas em uma sala, sem comunicação alguma com o mundo exterior. Cada uma delas contou o que havia feito nos últimos dias e as descobertas que fizeram. Cada uma apontou um suspeito para o assassinato de Ali. Ao concluírem que as suspeitas não tinham pé nem cabeça, as meninas perceberam que todas tinham sido vítimas de mais uma armação de -A e que a verdadeira intenção da ajuda oferecida por ele era que elas terminassem ali, onde estavam. Na delegacia e presas.


Após concluírem que haviam sido vítimas de uma armadilha, Wilden apareceu na sala e falou que elas estavam livres. A polícia tinha descoberto o verdadeiro assassino de Ali. Um novo crime acabara de acontecer e um novo e definitivo suspeito fora encontrado. Era um pedreiro chamado Billy Forbes. Dentro do seu caminhão a polícia encontrou fotos das Liars e um computador com registros de conversa com ele se passando por Ian. 


As meninas estavam atônitas. Não fazia sentido aquele pedreiro matar Ali. Spencer ficou ainda mais atordoada. Ela vira Billy na rua da sua casa há poucos dias. Ele trabalhava em uma obra na casa dos Cavanaugh. Independente da polícia afirmar que Billy era o assassino e que o novo crime tinha relação com o assassinato de Ali, as Liars não viam sentido algum nessa acusação. 


Não bastasse o choque com a prisão de Billy, elas foram surpreendidas por outra bomba. O outro crime de que a polícia falava e que era o responsável pela condenação de Billy acabara de acontecer. A vítima? A pobre e cega Jenna Cavanaugh, encontrada morta em um buraco no quintal de sua casa.


sábado, 24 de novembro de 2012

1ª ed. Livro vs Série: O Segundo -A


Até o oitavo livro de PLL, temos dois -As. 

Na série, vimos a história se repetir e Mona assumiu ser a primeira -A. Ou melhor, a primeira pessoa que revelou fazer parte de um time de -As. Tanto nos livros quanto na série, mesmo após a morte/internação de Mona, as meninas não tiveram paz

Nos livros, o segundo -A se aproveitou da ideia do primeiro e deu continuidade, ou melhor, inicio, ao seu plano de vingança. Os -As não se conheciam, nunca agiram juntos e nem tinham os mesmos objetivos. Na Parte I da seção foi possível comparar os primeiros -As porque era Mona. Na parte II vamos comentar sobre o segundo -A dos livros e não compará-lo, ok?

Depois que Mona morreu, a história das Liars se espalhou por todo país. Todos se espantaram com o maquiavélico plano de Mona. Mas, passado o susto, -A virou piada e febre entre os adolescentes, que adoravam azucrinar seus amigos com mensagens assinadas por -A, virais na internet, spawn em celulares, tudo era motivo para satirizar -A.

Não podemos negar que a ideia de Mona foi genial: usar a inicial do nome de uma garota morta para atormentar suas melhores amigas com segredos que só ela sabia. E alguém parece ter gostado da ousadia de Mona e usou a base criada por ela para por a sua própria vingança em prática.

Quando recomeçam as aulas, as meninas voltam a receber mensagens de -A. Elas contam para a polícia, mas ninguém as leva a sério porque sabiam o fuzuê que -A virou. 

Dessa vez, as mensagens eram diferentes. Não falavam mais de segredos e nem obrigavam as Liars a se ferrarem. O novo -A sabia que as meninas fariam qualquer coisa para saber quem matou Ali.

Valendo-se dessa vontade, -A passa a ajudar as meninas, enviando fotos e pistas para que elas descubram o passado de algumas pessoas e o que realmente aconteceu com Ali. -A quer justiça. Quer penalizar todos que foram responsáveis, de um jeito ou de outro, pelo que aconteceu com Ali. Além disso, enviava fotos para as Liars de coisas que elas estavam fazendo no exato momento em que recebiam as mensagens.

Claro que essa ajuda não era de graça. Caso as Liars não fizessem o que -A mandava, seus novos segredos seriam expostos.

Após Ian ser preso acusado pela morte de Ali, ele conseguiu fugir da sua casa enquanto estava em prisão domiciliar. As meninas encontraram seu cadáver na floresta, mas como a polícia não achou nenhuma evidência disso, ele continuou a ser dado como foragido. 

Quando encontraram o cadáver na floresta, as meninas receberam uma mensagem de -A dizendo que Ian tinha que ir. Em seguida, -A envia uma mensagem para Spencer explicando que ter que ir não significava morrer. Spencer se comunica com Ian pelo msn e ela está realmente convencida de que é ele mesmo no bate papo porque ele fala coisas que somente ele poderia saber.

Nos livros 5 e 6 -A se encarrega de revelar quem são realmente algumas pessoas em Rosewood. No 7, seu plano entra na reta final

Após a publicação da resenha de Impiedosas, vou fazer um relatório completo sobre o segundo -A e explicar como seu plano foi conduzido. 

Aproveitando a deixa, os livros de PLL melhoram muito a partir do 5. A história fica mais frenética e não tem enrolação. E Impiedosas é o ápice dessa loucura. 


1ª ed. Livro vs Série: Jenna Marshall

Nos livros:

Jenna foi apelidada por Ali de Jenna de Neve devido a sua semelhança com a Branca de Neve. Ela tinha a pele pálida, cabelo preto longo, lábios cor de cereja e suaves verdes. Jenna era conhecido por ser muito tranqüila e ser doce e gentil. Era meia irmã de Toby.

Muitas vezes foi alvo de Ali, com piadas sobre sua semelhança com Branca de Neve e brincadeiras, como dar para ela maçãs mergulhadas em água do banheiro. 

Uma noite, Ali convenceu as meninas a apoiar seu plano para se vingar de Toby Cavanaugh, alegando que ele as espionava enquanto eles trocavam de roupa. O plano, como sabemos, foi a explosão de rojões que terminou de maneira trágica e se tornou a conhecidíssima e traumática The Jenna Thing.

Três anos após Jenna ter ficado cega, Aria Montgomery se surpreendeu com a presença dela em um curso de artes na Hollis. Aria mentiu seu nome e depois se entregou. 

Durante uma tempestade que causou queda de energia, Aria estava na Hollis a noite e teve um ataque de pânico ao se apavorar com a presença de um vulto na sala. Quando Aria recuperou os sentidos, quase teve outra crise ao ver que era Jenna o tal vulto e que ela permaneceu ali, durante todo o tempo, socorrendo Aria, junto com seu cão guia.

Nessa noite, Aria descobriu que Jenna tramou o plano dos rojões com Ali e que mais uma pessoa sabia da verdade. Jenna se recusou a contar quem era a pessoa e, apesar de ter ficado cega, disse estar aliviada por estar livre de Tobby, que abusava dela. Jenna optou por não revelar quem era a outra pessoa que sabia da verdade, mas Aria descobriu que se tratava de Mona.

Foi a própria Mona que contou para Spencer que também estava no quintal dos Cavanaugh na noite do acidente e que ela sofreu queimaduras. Mona e Jenna eram amigas, mas deixaram de ser quando Mona tentou de todos os jeitos convencer Jenna a incriminar Ali

Após ficar cega, Jenna foi para um escola especial na Filadélfia e voltou para Rosewood um tempo depois. Sua presença apavorava as meninas, que não aguentavam conviver com a culpa, principalmente quando a presença física do terrível acidente que cometeram voltou a circular por Rosewood Day com uma bengala, um cão guia e um óculos escuro Gucci.

Inclusive, seus óculos Gucci são responsáveis por uma das passagens mais engraçadas dos livros e que define 100% a personalidade de Hanna, da garota avoada que só se preocupa com o corpo. Quando Jenna volta para a cidade, as meninas não se cansam de ter piedade dela. Em uma dessas conversas Hanna, que não tem a menor paciência para esse assunto, fala que não vê motivos para Jenna ser uma coitadinha, afinal ela tem um óculos Gucci que as pessoas precisam ficar na lista de espera para comprar. Claro que as meninas ficaram tão perplexas que só Aria conseguiu comentar a declaração, perguntando em que planeta Hanna vivia. 

Na série:

Se no começo do post você achou que não estamos falando da mesma pessoa, acredite: nos livros, Jenna é praticamente uma coitada






Jenna antes, durante e depois


Tão coitada, que se conformou com sua cegueira. Ela não tinha raiva das Liars e não queria que elas se sentissem culpadas pelo desastroso final que o plano dos rojões tomou. 

Para mim, Jenna é a personagem que mais mudou nesse processo de adaptação de livro para série. Eu a considero a personagem mais emblemática de todas. Da semelhança com os livros, só mesmo a Jenna Thing, porque do resto, conhecemos uma nova garota. 

Perversa, imprevisível, misteriosa, sarcástica e um ponto de interrogação quanto a todas as suas atitudes e intenções, Jenna voltou a enxergar, namorou Garrett para depois mandá-lo para a prisão, ora se faz de vítima, ora encorpora uma megera, mentiu para Ali sobre Toby e, pasmém, era ela quem abusava dele. Alguém duvida de que ela é capaz de qualquer coisa? Eu, simplesmente, amo a Jenna e, por seu personagem ter sofrido mudanças tão impactantes, acredito que ela será muito importante para o grande desfecho da série. 

Sua chegada em Rosewood foi triunfal. Não se intimidou com Ali, foi de Lady G. na festa de Noel, esnobou a oferta de amizade dela, além de ter flertado com Emily. E nem mesmo quando ficou cega baixou a crista.

Nos livros, Mona revelou que elas eram amigas. Na série, as duas se conhecem no 2x13 e depois não vimos mais nada sobre uma suposta amizade entre as duas. 

Atualmente está com Noel, com quem já tinha ficado, e, segundo entrevista da atriz que a interpreta, Jenna sabe muito mais do que imaginamos. 

Vamos torcer para que Jenna fique até o final e continue causando! Também queremos ver mais cenas dela com Ali. Já postei algumas vezes as duas de atracando no flashback do 3x13, então, para não postar mais uma vez, vamos relembrar da sua primeira aparição em Rosewood, na festa de Noel, quando ficou decretada a rivalidade com Ali e Mona se apresentou a ela.

Outra cena que eu adoro é uma do 3x05, quando ela chega, como um "carro alegórico", segundo Spencer, distribuindo os convites do seu mega aniversário.